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Coleção Recco Maternidade

09 . fevereiro . 2015

Estou adorando essa nova fase da minha vida, sabe? Essa que eu tenho que acolher produtos e acessórios de maternidade e que antes, sem esse propósito, eu jamais teria a oportunidade de usufruir. Tanto é que adoro ver sites e produtinhos na linha gestação/maternidade, sempre pensando na comodidade e no bem-estar do Lucca, claro.
Hoje apresento a vocês alguns produtos da Recco para mamães e bebês.

Fundada em 1979, a Recco Lingerie, tem crescido e alcançado destaque internacional, buscando a cada coleção superar as expectativas de seus consumidores com um produto de alto padrão de qualidade e sofisticação.
Recco a marca do amor.

Linhas: Recco Lingerie, Baunilha Pijamas, Petjama, Intimo Homem, Bumbum extra, Minha familia, BelaG, Daybyday, Minha primeira calcinha, Chá de lingerie


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A coleção Maternidade é tudo de bom e de fofinho. Com a vontade de combinar com o seu bebê e ficar sempre linda, a Recco oferece diversos produtos de boa qualidade para suprir essa vontade. Fui até a loja Recco mais próxima e fiz algumas comprinhas. Confiram comigo!

Kit T-shirt + Body

Acho que o Lucca vai ter vergonha de mim quando crescer porque fico babando nesses kits tal mãe tal filho(a). Impossível não querer desfilar por aí com a mesma roupinha que seu filho, não é mesmo? Acabei comprando esse modelinho Super Mãe e adorei o tecido Viscose Stretch, parece até um pijaminha! Eu que sou bem preguiçosa para trocar de roupa o tempo todo vou me sentir tão confortável usando-a que, tenho certeza, vou me sentir diva em casa e na rua.

Pijamas

Já comprei meu pijama combinandinho com o do Lucca e os modelos são puro-amor (viram esse de bolinhas? Nhóin!). É impossível não querer um desses, né? Se eu pudesse faria coleção de pijaminhas fofos!
Também comprei um de manga longa que tem botões na frente, facilitando na hora de amamentar o meu bebê!

Sutiã de amamentação

Gente do céu, quem diria que existem milhares de itens para gestantes. Desculpem pelo momento de leiga mas eu realmente não sabia que existia um sutiã próprio para amamentação (nem absorvente para os seios, por exemplo. Mas esse assunto fica para depois). Pensando bem, é óbvio que inventariam um sutiã que facilitasse na hora de amamentar o bebê: já pensou se tivéssemos que tirar e pôr toda vez que o bebê mamasse? Era melhor nem usar sutiã, né?
O sutiã de amamentação com aro é ideal pra mim, acredito que os seios não ficaram caídos e não serão confundidos como parte da minha barriga (-.-‘). O botão de fechamento é junto aos seios, o que facilita na hora de abrir e fechar (não vou precisar da ajuda de ninguém, yeah!). As alças são largas e acolchoadas (nessas horas não pensamos em ser sexy, apenas práticas), o tecido é bio senci com forro interno 100% algodão. O que achei bem interessante é que tem um marcador de amamentação em uma das alças. Esse marcador te ajuda a lembrar qual seio foi o último a amamentar o bebê, ajudando a fazer o equilíbrio (ninguém merece um seio maior que o outro né?).

Meu Primeiro Pijama/ Minha Primeira Cueca

Antes de eu fechar minhas comprinhas a vendedora, de forma bem simpática e criativa, me apresentou a linha Minha Primeira Cueca e fiquei maravilhada! Uma cueca no modelinho box em uma criança é irresistível, não é? Além de ser 100% algodão, é muito fofa! Dá para usar nos três primeiros meses do bebê (por causa da fralda) e logo após ele não precisar delas. O tamanho é único e a cor é azul clarinho. Para as meninas temos a delicadeza dos frufru e uma latinha fofa para guardá-la.

Onde comprar:

Misses Lingeries

Shopping Bosque dos Ipês
(Av. Consul Assaf Trad, nº 4796)
Térreo – Loja 154.

Recco

Shopping Campo Grande
(Avenida Afonso Pena, nº 4909 – Santa Fé)
1º Piso.

Acho que já estou mal acostumada com esse mundo de maternidade. Haja firmeza na frente desses produtinhos incríveis!
Detalhe: tudo isso está só começando…

Beijos di moça!

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Chegou meu pacotinho mais precioso!

13 . janeiro . 2015

A surpresa foi mais ou menos assim…

Lucca estava previsto para chegar no dia 14/01. Junto com meu obstetra, já tínhamos deixado tudo agendado na maternidade e o parto já tinha sido escolhido: cesária (obs: não quero entrar nessa questão de normal x cesárea). Isso significava que eu tinha um tempinho para montar o quarto do Lucca, organizar a bolsa da maternidade e até me “embelezar” para o grande dia.

Na segunda-feira (05/01), Jonathan e eu começamos a organizar o quartinho do Lucca. Tinta pra lá, papel de parede para cá, mudar guarda-roupa de lugar e, no fim do dia, estávamos super cansados. Mas a espera por um anjinho sempre valerá a pena qualquer cansaço, guarde bem minhas palavras! ;)
Enquanto arrumávamos o quarto comecei a sentir cólicas muito fortes. Sabe quando você está de TPM, sentindo aquela cólica monstruosa e muita dor nas costas? Acho que seria mais conveniente eu pedir pra você triplicar a dor e assim ter uma ideia do que estou falando.
Para não perder o momento único que estava vivendo (e me refiro a bons e terríveis também) achei melhor não ir ao pronto atendimento. Tomei um remédio em casa e esperei a maldita dor passar (a velha e linda esperança de que a dor iria passar).

Já de madrugada comecei novamente a sentir as dores: agora mais terríveis que nunca. Uma das desvantagens da gravidez é você não poder se entupir de medicamentos porque tudo deve ser minimamente indicado pelo seu obstetra. Então fiquei na cama gemendo e sofrendo. No dia seguinte (06/01) logo pela manhã eu tinha o meu último ultrassom antes do grande dia. Estava tão empolgada para ver o meu bebê pela última vez dentro da minha barriga. Mas as cólicas não tinham passado, argh. Em desespero às seis horas da manhã, tomei um banho e notei uma pequena mancha de sangue na calcinha. Quase em desespero, fui direto para o pronto atendimento da maternidade Cândido Mariano.

Ao chegar na CM solicitei um médico plantonista para que me examinasse, checasse se meu bebê estava bem e me prescrevesse qualquer medicamento para aliviar as cólicas até dia 14/01. Liguei para o papai do Lucca (Jonathan) e ele foi prontamente à maternidade para, juntos, sabermos o que estava acontecendo. Eis que deu sete horas, e nada de médico. Oito horas, e nada. A maternidade estava cheia neste dia e fiquei com medo de esquecerem de mim ali, com cólicas insuportáveis. De repente, do outro lado da sala de espera, ouço uma senhora gentil se levantar e se prontificar:

– Cadê o médico plantonista daqui? A moça do meu lado saiu dos 5 em 5 para 3 em 3. Vamos agilizar né?

Eu fiquei sem entender, de verdade. Como assim de 5 em 5? 3 em 3? Foi quando, repentinamente galera, uma luz acendeu no meu cérebro e a ficha caiu: “Putz grila, só falta ser as benditas contrações que todo mundo fala.”
Para tirar minhas dúvidas comecei a contar as minhas “cólicas” e, benza Deus, já estava com dores de 5 em 5 minutos!

Aqui fica a legenda da foto agora

Gente, e essa ilustração perfeita que a Carla (Faltou Açucar) fez para o Lucca? Muito amor!

Como se em um passe de mágica a enfermeira me chamou e fui correndo (do jeito que grávida consegue correr, claro) para a sala de atendimento. Contei o que estava acontecendo, a data prevista do parto e a doutora me joga a notícia de que eu estava em trabalho de parto! \o. #medo
Fui examinada, o bebê já estava encaixado e, opa, eu estava com um dedo de dilatação. UM MERO DEDO DE DILATAÇÃO e estava com aquela dor toda! Meu Deus, eu não ia suportar até o fim do dia e esperar dez dedos de dilatação. Confesso que achei que teria uma crise de pânico ali mesmo. Minhas mãos suaram frias e quentes ao mesmo tempo e o coração acelerou tanto que achei que iria desmaiar.
Quando o Jonathan mencionou para a doutora do meu quadro de crise de pânico, tudo mudou para a glória de Jesus Cristo. Surgiu a possibilidade do parto ser cesárea!

Então ficou assim: eu esperaria a médica fazer mais um parto (porque no dia 06/01 nasceram todas as crianças de Campo Grande) e se eu ainda estivesse no mesmo ritmo, faríamos a cesárea. Enquanto esperava na sala de repouso, com aquela roupinha linda de hospital, tive vários momentos de quase-crise. Eu não aguentaria tanto tempo com dores e sabendo que a intensidade aumentaria ao longo do dia. Pedi tanto à Deus para me oferecer o melhor parto que eu quase chorei de medo e fui para casa. Mas às onze horas o enfermeiro me chamou e estava tudo preparado para o parto, cesária!

Galera, eu comecei a tremer as bases! Sorte que eu estava em uma cadeira de rodas para ser levada à sala de cirurgia, caso contrário teria desmaiado. Comecei a ficar mais assustada porque a sala de cirurgia tem aquele cheiro típico de produtos de hospital. As luzes são fortes, os instrumentos de manuseio me deram medo e pensei “não vou conseguir, meu Deus! Quero voltar pra casa!”
Para minha alegria tudo deu mais que certo, gente! Tudo correu tranquilamente bem, eu fiquei bem (o que me deixou mais surpresa). O Jonathan conseguiu filmar o parto sem desmaiar (eba!) e – aqui vai uma confissão – eu só me senti mãe no momento em que colocaram o Lucca do meu ladinho. Nessa hora eu desmontei em lágrimas e me senti a mulher mais especial do mundo.

Sabe o que foi mais engraçado? É que parto cesárea não é esse bicho de sete cabeças que pintaram para mim em 37 semanas de gravidez! Claro, a gente tem que pensar em possíveis riscos mas é uma cirurgia como quase todas as outras, exige cuidados e atenções. Acredito que o pior foi passar um dia inteiro deitada na cama sem poder levantar a cabeça. Credo, um saco!

Hoje venho aqui dizer-lhes que já estou em casa, me recuperando muito bem (apesar de ser bem espoleta e não dar muita atenção ao repouso) e amando cada dia mais o meu filho Lucca!
Também venho lhes dizer que é o primeiro dia que acesso a internet pelo computador porque o Lucca exige minha atenção 24 horas por dia. E eu jamais imaginei que essa sensação de alerta aconteceria comigo. Pois gente, é impossível você grudar os olhos por mais cansada que esteja. Nasce um senso de alerta a todo momento que seu filho respira.
Mais pra frente vou compartilhando temas específicos sobre maternidade com vocês.

Quero agradecer com muita alegria no coração a todos que nos parabenizaram com tanto afeto pela chegada do Lucca! Vocês não sabem como é incrível a sensação de ter meu pacotinho finalmente do meu lado!
E, claro, aos poucos volto a postar no Di Moça. Espero que vocês tenham paciência com meu tempo e organização mas é até o Lucca adquirir uma certa “independência”. Bom, agora se me derem licença, vou ficar um pouco com o Lucca porque ele está me chamando!
Um beijo no coração de todos vocês!

Jeh Asato
Jeh Asato
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Kipling e as mamães

05 . dezembro . 2014

Desde que descobri minha gravidez (sete meses atrás, OMG!) muitas dúvidas e aflições já passaram por minha cabeça. Uma delas, por incrível e boba que pareça, era como eu lidaria com um bebê “sozinha”. Ser mãe solteira não deve ser fácil mas a verdade é que eu vou ter que encará-la.
Vendo minha realidade por esse lado, vocês já imaginaram uma mãe carregando aquele monte de acessórios sozinha? Carrinho de bebê, bebê conforto, assento para carro… além dos vários itens dentro da bolsa de mamãe (roupinhas, fraldas, chupeta, mamadeira, leite em pó, brinquedinhos, pano de cheirinho, etc. e etc.). Eu fiquei boba quando vi, pela primeira vez, quantas coisas a gente carrega numa bolsa para precaver qualquer imprevisto. Haja espaço, né?
Pensando nisso (no espaço) e na necessidade de uma bolsa que fosse versátil e atendesse todas as minhas exigências, fiquei à procura de uma que pudesse ser 2 em 1: a minha bolsa e a do Lucca (sou do time “quanto menos trabalho, melhor”). Para minha grande surpresa, a minha marca favorita de bolsas (oi Kipling) já pensou em nós, mamães, e criou uma coleção de baby bags! Hoje vou falar um pouquinho com vocês sobre uma delas!

Camama

Quando vi esse modelinho de bolsa para mamães acrescentei rapidamente na minha wishlist de Novembro. Além de ser a minha marca de bolsa favorita, a praticidade e as vantagens que a Kipling sempre insere nas linhas de produtos é visível também aqui.
Apesar de ser uma bolsa de mão, o modelo Camama também pode ser usada na transversal (o que, acredito, é mais confortável para as mamães que carregam o bebê no colo). Uma das características que eu amo na Kipling é os compartimentos internos da bolsa que possibilitam uma organização ágil dos acessórios (do bebê). A bolsa é super espaçosa e a gente tem alguns destaques interessantes para o uso específico da maternidade.

O que chama a atenção para a bolsa é que, acoplado a ela, tem uma outra bolsa térmica para guardarmos a mamadeira, as frutinhas, papinhas e o que for preciso para manter tudo na temperatura certa. Também acoplado na bolsa temos uma mini bolsa que funciona como porta-chupetas. Essas duas bolsas podem ser utilizadas separadamente da bolsa maior, adorei esse detalhe!

Já na parte da frente, temos um bolso com trocador de fraldas incluso para facilitar e manter a higiene do bebê quando estiver em lugares públicos. O trocador é emborrachado e acolchoado, o que ajuda muito na hora de limpá-lo (utilizando apenas um pano úmido ou esponja).

A bolsa é feita de nylon, o que agiliza o uso e limpeza da bolsa. Sem precisar se preocupar em deixá-la de molho na água ou lavá-la o tempo todo, a gente mantém a Camama limpinha sempre passando um pano úmido ou uma esponja de leve.
Além dessas vantagens, a bolsa ainda oferece porta-chaves (muito útil), alça regulável e removível (pode ser acoplada ao carrinho do bebê), bolsos externos e bolsos organizadores e porta fralda.

Você pode encontrar a Camama em outras cores também. A minha é a azul-marinho porque combina mais com o Lucca, né? E a Kim não vê a hora de acompanhar o Lucca para cima e para baixo!

Onde comprar:

INOVATHI

SHOPPING CAMPO GRANDE
Avenida Afonso Pena 4909
Santa Fé
Fone 673326-7839
Piso: 1º Piso

Adorei minha compra e não vejo a hora de desfilar por aí com ela e meu Lucca no colo! Com certeza faremos o maior sucesso – além de facilitar a minha vida, né?
Beijos di moça!

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