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One Lovely Blog Award

22 . dezembro . 2014

O Di Moça ama responder memes e tags, me sinto tão importante ao ser lembrada por outros blogueiros que me sinto nas nuvens. Por isso, quero agradecer a todos que um dia convidaram o Di Moça a participar de qualquer meme/tag e peço desculpas caso eu não tenha feito alguma delas.

No post de hoje respondo a TAG One Lovely Blog a convite da Juh Claro, da Angel e da Nique – blogueiras que eu admiro muito.
Já me sinto nas nuvens!
A brincadeira consiste em responder 11 perguntinhas e indicar 11 blogs para participar dessa fofurice! Então vamos lá!

Por que decidiu criar um blog e quando começou?

Sou blogueira desde os meus 12 anos (adoro mencionar isso) e peguei muitas fases boas e diferentes do mundo blogueiro. No começo eu fiz um blog apenas para compartilhar meu dia a dia com outras pessoas que tivessem afinidades comigo. Com as mudanças no mundo blogueiro fui me adaptando à elas e hoje o blog Di Moça continua como uma terapia contra a depressão e síndrome do pânico e onde eu posso compartilhar um pouco das coisas legais do meu mundo.

Quais os benefícios que o blog te traz?

Nossa, muitos! Eu comecei a levar a sério esse mundo blogueiro quando foi diagnosticada a síndrome do pânico, em 2009. Desde então optei por usar o blog como uma fuga de escape, uma terapia para que eu conseguisse me sentir viva e parte do mundo (mesmo que o virtual). Foi então que despertei o amor pela leitura, pelos vídeos e pelas coisas boas que aconteciam comigo apesar de tudo. O blog me aproximou de muitas pessoas incríveis e, com certeza, as amizades que carrego no coração me fazem ir em frente.

Qual é o post mais acessado?

Nem acreditei quando verifiquei que o post mais acessado é justamente o que não foi feito por mim. O bolo de leite ninho foi feito pelo Jonathan Freitas e, pelo visto, fez o maior sucesso.
Muito sacana vocês, hein leitores! -.-‘

Você usa redes sociais?

Prometi a mim mesma que pararia de me inscrever em redes sociais, acho que estou conseguindo. Mas uso sim, as que estou mais conectada são Facebook, Youtube e Instagram. De vez em quando checo o Twitter.

Como o blog tem evoluído?

É interessante e motivador perceber como os posts e a interação que eu tenho com os leitores me ajudam a evoluir de alguma forma e, consequentemente, o blog. Apesar de ter ficado afastada por alguns meses devido a gestação, agora que voltei estou me sentindo mais pronta para abordar meu mundo de forma divertida e sem pressão. Os leitores têm me ajudado muito a continuar com as ideias e manter o foco de blogar com amor!

Já viveu algum fato importante por causa do blog?

Já tive algumas oportunidades de entrevistas em jornais e revistas da minha cidade mas o fato que sempre fica na memória é a Bienal do Livro. A primeira vez que fui, em 2011 no Rio de Janeiro, tornou real a interação que eu tenho com muitos blogueiros, leitores e autores. Estive no paraíso e repeti a dose em 2013, também no Rio, revendo e conhecendo mais pessoas bacanas. Tudo isso só me deixa mais contente e realizada com o blog.

De onde nasce a inspiração para escrever e continuar com o blog?

É muito gostoso quando eu escrevo e compartilho alguma coisa aqui no blog e os leitores retribuem com comentários significativos e opiniões sinceras. Isso me dá ânimo porque sei que não estou escrevendo à toa e, melhor que isso, muitas pessoas se identificam com o que escrevo aqui. Fico mais animada e empolgada com ideias novas e sempre aberta a sugestões.

O que você tem aprendido a nível pessoal e profissional esse ano?

A nível pessoal foi um choque no começo mas depois me acostumei (até demais) com a ideia de ser mãe. Tive que dar um tempo aqui no blog, respirar fundo e pensar em como seria a nova Jessica, essa com um filho no colo chamando-a de mamãe. Durante esses meses percebi que recebi um dos maiores presentes que um ser humano pode receber e só tenho que abraçar e amar essa dádiva maravilhosa. Estou super ansiosa para começar uma nova vida pessoal.
No âmbito profissional fiquei mais decepcionada com a minha realidade mas acredito que até nisso eu aprendi que há tempo para toda e qualquer mudança que seja para melhor. Se você não está feliz no campo profissional, nada te impede de mudar o caminho e começar outras tentativas. A gente só tem essa vida para tentar então por quê perder tempo com o que nos incomoda?

Qual sua frase favorita?

São muitas e fica até difícil escolher apenas uma, mas vamos lá. “Essa esperança é para nós como âncora da alma..” (Hebreus 6:19)

Qual conselho você daria para quem está começando agora no mundo dos blogs?

Hum, se conselho fosse bom eu não dava mas vendia. Brincadeirinha. O mundo blogueiro mudou muito desde que entrei nele e parece que as pessoas só querem se inserir para ganhar popularidade, cortesias e sucesso. Pode até ser que você consiga de um dia para o outro (verifique se nasceu com o bumbum virado para a Lua) mas as chances são bem pequenas. As chances são de que você reme, reme e no final se afogar. Porque blogar precisa primeiro de tudo do seu coração: de amar aquilo que se faz, de querer investir muitas horas fazendo uma publicação e interagindo com seus leitores. De se transmitir através de palavras por inteiro, sem falsidades. O resto, meus amigos, se torna consequência do seu ótimo trabalho.

O que os blogs que você vai indicar têm em comum?

São blogs que eu visito sempre, que preciso espiar pelo menos uma vez ao dia e deixar minha marca registrada!

Espero que tenham gostado! Agradeço as meninas que me indicaram ao meme!
Beijos di moça!

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iPhoneography (Dezembro)

20 . dezembro . 2014

Olha quem está de volta no projeto iPhoneography! Yeah! Eu amo esse projeto fotográfico porque, além de o tema ser livre, as fotos são tiradas pelo meu iPhone (o que me dá muito mais liberdade, né?). Fiquei um tempão longe do projetinho mas agora estou de volta e espero que pra ficar de vez!
Vamos conferir algumas fotos de Dezembro?

1. Lucca e eu fizemos uma visitinha ao papai e resolvemos tirar uma foto para vermos o tamanho da melanciazinha. Nossa, como está passando rápido, né? Daqui a pouco o Lucca está entre nós! ♥

2. Foi com grande surpresa e amor que ganhei da minha mamis esse chaveiro todo afeto da Kipling. Essa é a Vera e o seu baby mas tem a minha cara, né? *-*

3. Cabelo curto é uma maravilha, ainda mais quando podemos mudar o visual de vários jeitos até ele crescer de vez! Decidi fazer uma franjinha e atrás ficou mais curtinho. Fiz até um post contando sobre minha decisão e inspirações, veja aqui óh.

4. Nhóin, vocês já conheciam o Toni? Nosso mais novo bebezinho, totalizando sete lhasas aqui em casa. Eita que somos loucos, né? Mais ou menos. Mas quando vimos essa coisinha “dididilinda” não teve jeito, é muito amor! ♥

5. Foto mais recente do Lucca na barriga da mamãe! São oito meses e um século, meu Deus, como esse finalzinho está me matando! Porém estou tentando segurar a peruca para não perder as estribeiras. É difícil mas eu vou conseguir!

6. Aqui em casa começamos a decoração de Natal mais cedo. Reconheço que não era fã de Natal porque muitas coisas ruins sempre aconteceram pertinho desta data festiva. Entretanto, com a vinda de um bebê na minha vida como é que eu vou continuar vendo as coisas ruins desta data? Não dá, né? Então bola pra frente e vamos encher o coraçãozinho de esperança, reflexão, paz e harmonia!

Conheça os outros blogs (lindos) participantes:

Uhm que delicinha compartilhar esse post de imagens que representam um tiquinho como foi e está sendo meu Dezembro! Desejo que o de vocês seja tão bom quanto o meu!
Compartilhe aqui nos comentários como está o seu Dezembro e quais suas expectativas para esse finalzinho de ano!
Beijos di moça!

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Wallpapers :: Natal

19 . dezembro . 2014

O natal está quase chegando e, aproveitando essa época “quase-todo-mundo-felizinho”, decidi inaugurar a nova coluna no blog: wallpapers para celular!
Para quem (ainda) não sabe, sou muito fã de tecnologia, exclusivamente smartphones. Só pra contar rapidinho pra vocês, lembro até hoje do dia que ganhei meu primeiro celular digital. O Gradiente Strike foi lançado pela Claro (na época era conhecida como Americel) e propagado com os louros fofinhos. Alguém se lembra disso ou acabo de me condenar?
Meu pai, com boa intenção, pretendia me dar seu antigo Motorola analógico. Tadinho, tinha tantas boas intenções: mandou consertar o flip de atender chamadas, trocou de bateria (e que bateria, vixi!) e fez uma limpeza, tudo para me presentear e deixar a filha pré-adolescente feliz. Quando abri a caixinha e vi aquela coisa velha e pesada recusei no mesmo instante, chorando.
Nossa, agora percebo como fui ingrata e mesquinha. Argh! Mas era coisa de pré-adolescente, não adianta julgar.
Ele ficou muito chateado e bravo ao mesmo tempo com minha atitude. Com o passar dos dias acabei ganhando meu primeiro celular digital. Esse foi o prelúdio do fim dele. A cada novo lançamento eu fazia questão de choramingar e listar as mil vantagens de ele me dar aquele novo modelo. Acho que na minha vida eu tive mais de 20 celulares. Obrigada, paizinho!

Não faz muito tempo que conquistei meu primeiro celular com o dinheiro suado do trabalho. Optei pelo iPhone 5S porque queria experimentar o sistema iOS (não aguentava mais o Android). Hoje eu digo que me dou hiper bem com a Apple e não pretendo trocar de versão tão cedo (primeiro e principalmente porque vai sair do meu bolso, né? Mas aceito o novo modelo de presente!).
Com isso, inauguro a primeira coluna da categoria Tecnologia. Adoro trocar o wallpaper do celular e sempre fico à procura de imagens fofas para inserir de acordo com meu humor do dia. Ou então para combinar com o mês ou data festiva.
Começando então pelo Natal, compartilho com vocês alguns papéis de parede que achei super fofos e talvez agrade vocês também. Todos foram testados no tamanho da tela do 5S (1136 x 640 px) mas podem ser dimensionadas por um editor de imagens.

Wallpaper 1 Wallpaper 2 Wallpaper 3

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*Se houver algum problema ao fazer o download ou mesmo alguma dúvida, entre em contato

O legal é que vocês podem usar os wallpapers como fundo do aplicativo Whatssapp, eu faço isso e adoro, ficam muito fofos!
Se alguém tiver uma sugestão de tema para o próximo post, por favor, deixe através dos comentários aqui embaixo e será um prazer compartilhá-los com vocês!
Beijos di moça!

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Almanova (#1) :: Jodi Meadows

17 . dezembro . 2014

Quando recebi o catálogo da editora Valentina fiquei impressionada com tantos títulos bacanas e com a variedade de gêneros que quase não soube escolher o primeiro livro para resenhar no Di Moça.
Depois de ler várias resenhas e recomendações, optei por Almanova, primeiro livro da trilogia Incarnate de Judi Meadows. Trago para vocês um pouquinho sobre a distopia e o que achei da leitura, confiram abaixo!

Almanova #1 (Incarnate #1)
Autora: Jodi Meadows
Ano: 2014
Páginas: 286
Editora: Valentina

* Livro enviado pela editora como cortesia.

Sinopse:

Almanova Ana é nova. Por milhares de anos, no Range, milhões de almas vêm reencarnando, num ciclo infinito, para preservar memórias e experiências de vidas passadas. Entretanto, quando Ana nasceu, outra alma simplesmente desapareceu… e ninguém sabe por quê. SEM-ALMA A própria mãe de Ana pensa que a filha é uma sem-alma, um aviso de que o pior está a caminho, por isso decidiu afastá-la da sociedade. Para fugir deste terrível isolamento e descobrir se ela mesma reencarnará, Ana viaja para a cidade de Heart, mas os cidadãos de lá temem sua presença. Então, quando dragões e sílfides resolvem atacar a cidade, a culpa deverá recair sobre… HEART Sam acredita que a alma nova de Ana é boa e valiosa. Ele, então, decide defendê-la, e um sentimento parece que vai explodir. Mas será que poderá amar alguém que viverá apenas uma vez? E será também que os inimigos – humanos ou nem tanto — de Ana os deixarão viver essa paixão em paz? Ana precisa desvendar grandes segredos: O que provocou tal erro? Por que ela recebeu a alma de outra pessoa? Poderá essa busca abalar a paz em Heart e acabar por destruir a certeza da reencarnação para todos?

Créditos: Skoob

A cada geração, as almas renascem em corpos novos e desconhecidos. Como um ciclo de reciclagem. Em Range as pessoas contavam histórias sobre o que haviam feito nas três vidas passadas. Nas dez vidas passadas. Nas vinte vidas passadas. Batalhas contra dragões e a invenção da primeira pistola a laser, por exemplo.
Ana não renasceu.
Aos cinco anos ela percebeu como isso a tornava diferente. Todos os outros se recordavam de uma centena de vidas antes desta. Ela, ao contrário, é uma sem-alma, como sua mãe Li costumava lembrá-la a todo instante. Esta não deveria ser a sua vida mas de alguém que todos conheciam havia cinco mil anos.

“- Você sempre terá a opção de decidir por si mesma quem você é e o que se tornará.”

Ana deveria ter ido embora antes do seu quindec (décimo quinto aniversário) que, para as pessoas normais, assinalava a maturidade física. Agora, aos 18 anos, ela decide partir em busca de uma resposta. Sem dúvida, ela não era um erro, um grande oops. Perguntas como de onde veio e por que nasceu tomando o lugar de outra pessoa precisam ser respondidas.
Para obter as respostas que procura, Ana fará uma viagem até Heart, pedirá ao Conselho para passar um tempo na grande biblioteca. Deveria haver uma razão para que, após cinco mil anos de reencarnação das mesmas almas, ela tivesse nascido.

“O passado é doloroso demais quando você se lembra de como as vidas terminam.”

Todavia, durante sua jornada, Ana conhece Sam (Dossam), um garoto de 18 anos mas com a alma reencarnada há várias gerações. Tal relacionamento, que surgiu em situações de risco durante a viagem, irá ajudá-la a compreender melhor o mundo das almas reencarnadas. Além de ser um guia para chegar até a cidade, Sam irá desvendar mitos e conceitos sobre a vida que Ana não possui. Muitas aventuras os esperam até a chegada em Heart e, juntos, estarão propícios a criar um laço de afeto que Ana desconhecia.

“- Acho que você vai descobrir que as coisas simples costumam ser as mais desafiadoras. Tudo aparece nelas. Tudo tem importância.”

Em Heart, Ana tem a oportunidade de conhecer o Conselho e constata que ser uma almanova (ou sem-alma) pode ser audacioso em uma sociedade com milhões de almas reencarnadas. Quero dizer, cada uma delas faz a sua parte para garantir o aperfeiçoamento da sociedade. Cada uma tem dons ou habilidades necessários, como facilidade com os números ou com as palavras, imaginação para inventar coisas, capacidade para liderar ou simplesmente o desejo de cuidar do gado e plantar para que ninguém passasse fome. Ana não conquistara nada e estava na hora de aprender as habilidades que os outros já dominavam havia milhares de anos.
Quem estaria disposto a assumir essa função?

“- Não vou perder meu tempo ficando zangada com coisas que não posso controlar. Se tenho apenas uma vida, tenho que aproveitar ao máximo.”

O Conselho decide, por fim, que Sam ficará como professor de Ana. Relatórios com o progresso dela serão recebidos e analisados pelo Conselho todos os meses. E, desde que ela obedeça a um toque de recolher e se sujeite a aulas e testes, ela poderá ficar e pesquisar o que for preciso para descobrir seu objetivo no mundo.
Era (quase) tudo o que Ana almejava com essa viagem, mas de certa forma era tudo assustador agora que estava ali. As pessoas de Heart conheciam uns aos outros, e podiam mais ou menos predizer o que todos fariam em determinadas situações. Mas ela era algo novo. Desconhecido. Ficara escondida durante dezoito anos, e eles não tinham tido tempo de pensar nela, mas agora voltara cheia de ideias e opiniões próprias. O que faria?
Com um determinado tempo em suas mãos, Ana terá que desenvolver habilidades, conceitos e tentar se encaixar em um mundo que nunca pertenceu. Tal realidade tão desconhecida irá lhe proporcionar aventuras com seres exóticos como sílfides, dragões, centauros, grifos e Janan (um grande ser que criou todos eles e lhes deu a alma e vida eterna). Será que Ana terá sucesso em sua expedição?

“- Se eu soubesse que não havia muito tempo de sobra, faria as coisas com mais rapidez. Ver mais lugares, terminar todos os meus projetos. Não ia perder tempo sonhando acordado ou começando coisas novas.”

De início achei que estava embarcando em uma aventura chata e maçante. Apesar de eu ter lido a sinopse antes de começar a leitura, os primeiros capítulos de Almanova me deixaram entediada e um pouco muito confusa, afinal de contas, distopias tendem a ter muitas revelações logo no começo sem grandes explicações – sendo estas disponíveis ao longo dos capítulos.
Mas logo após as cinquenta primeiras páginas me encontrei em um mundo muito curioso em que uma personagem se destaca de todas as outras pessoas por ser exatamente como nós. Digo, ela é uma almanova, uma pessoa que nunca reencarnou e que nasceu por algum motivo desconhecido. Tal situação a leva a sair de casa em busca de respostas, afinal de contas, não deve ser o cenário mais agradável ser diferente (de forma curiosa) dos outros personagens.

Ao mesmo tempo que achei interessante a mistura de seres mitológicos (centauros, dragões, sílfides) em uma época bem tecnológica (com veículos aéros e armas a laser) fiquei um pouco confusa para me identificar em que período exatamente estaríamos ambientados. Talvez por eu pensar demais ou ser muito detalhista, isso me deixava incomodada mas nada que atrapalhasse o fluir da leitura.

Ana é uma personagem totalmente perdida quanto às suas atitudes e pensamentos. Claro, vivendo com Li por dezoito anos, sempre rebaixando a menina em posição de sem-alma, é compreensível o fato de ela ser muito negativa, dramática e lamentar suas experiências nos primeiros capítulos. Somente quando ela conhece Sam e este passa a mostrar um outro perfil de uma almanova que ela começa a moldar sua identidade.

A narrativa em primeira pessoa funcionou muito bem nesta distopia. Os relatos de Ana nos mantém privados de conhecer o cenário completo, só permitindo que tudo fosse revelado ao decorrer de suas próprias experiências. Às vezes, quando um livro nos joga toda a verdade de uma vez só, fica mais cansativo e enfadonho virar as páginas.

Ainda que eu não acredite em reencarnação e vidas passadas, achei interessante a ideia de Jodi Meadows em transformar tal conceito em algo comum e aceitável. A gente consegue se inserir nas mesmas experiências e descobertas de Ana (uma almanova) e pensar como seria viver em uma situação como a dela.

Como primeiro livro da trilogia Incarnate percebi que a autora nos oferece muitas explicações e poucas aventuras intensas (dessas que seguram o nosso fôlego e só nos permite respirar melhor quando os personagens terminam aquele momento crucial). Acredito, porém, que o segundo volume da série nos oferecerá muitas batalhas e acontecimentos triviais que deixarão a leitura mais vibrante. Por isso quero muito que a Valentina lance o Almanegra!

Quem já leu o primeiro livro desta trilogia? Que tal compartilhar com a gente sua opinião? Ela é super bem vinda e com certeza motivará outros leitores a tirarem suas próprias opiniões!
Agradeço a editora por me proporcionar um bom momento com Ana e os personagens principais, bem como a oportunidade de explorar um outro mundo!
Beijos di moça!

Jodi Meadows

Jodi Meadows se mostra uma alquimista quando mescla fantasia e paixão eterna com muito suspense nessa fantástica história sobre a eternidade. Vive e trabalha na Virginia, EUA, com o marido, um gato e uma quantidade alarmante de ferrets. Viciada confessa em livros, sempre quis ser escritora, pelo menos desde que desistiu de ser astronauta. Visite www.jodimeadows.com e conheça mais sobre o fantástico sucesso dessa jovem e promissora autora.


Site da autora | Site Valentina

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