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Playlist: as minhas preferidas do mês de Dezembro!

15 . janeiro . 2015

O mês de Dezembro se foi e, às vezes, é bom deixar o passado no passado. Mas quando se trata de música eu sempre gosto de relembrá-las. Por que não?
O post de hoje é para compartilhar as músicas que mais tocaram na minha playlist de Dezembro. Ah quantas músicas delicinhas!
*-*

Faz pouco tempo que conheci o álbum da Sinead O’Connor (I’m Not Bossy, I’m the Boss) e, apesar de 8 Good Reasons não ser a música mais conhecida, eu adorei! Achei o ritmo super envolvente e é uma delícia ouvir a música durante o banho e/ou antes de dormir. Tornou-se uma das minhas preferidas de Dezembro!
Aliás, tem mais duas músicas incríveis neste CD que eu recomendo bastante: Take Me To Church e Streetcars

“Everybody wants something from me
They really ever wanna just know me?
I became the stranger no one sees
Cut glass off crawl upon my knees”

Conheci as músicas da cantora Emeli Sandé no salão de beleza enquanto as madrinhas de casamento da minha amiga Vanessa se produziam lindamente. A música que quase me fez chorar era Read All About It e me lembro de ter achado a voz muito semelhante à da Beyoncé.
Falando em Beyoncé, a música que não saiu da minha playlist em Dezembro foi Crazy In Love, que é de autoria dela. Porém, o cover da Emeli com a orquestra The Bryan Ferry ficou genial e também faz parte da trilha sonora do filme The Great Gatsby (alguém assistiu? Eu ainda não tive a chance de ver). Dancei muito essa música com meu barrigão melancia! *-*
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no
Uh oh, uh oh, uh oh, oh no no!

“I look and stare so deep in your eyes
I touch on you more and more every time
When you leave I’m begging you not to go
Call your name two or three times in a row
Such a funny thing for me to try to explain
How I’m feeling and my pride is the one to blame
‘Cuz I know I don’t understand
Just how your love your doing no one else can”

É impossível não se apaixonar por esse dueto lindo! Além de serem duas cantoras que eu gosto muito, a música é super envolvente e a batida me faz mexer os pézinhos antes de dormir. Uma das músicas que o Lucca mais gosta de se mexer. Hayley Williams é cantora da banda Paramore e Joy Williams de The Civil Wars (♥). Simplesmente amei o resultado. A música estará inclusa no álbum Paramore: Self-Titled Deluxe (mãe, eu quero!).

“Love happens all the time
To people who are kind
And heroes who are blind
Expecting perfect scripted movie scenes
Who wants an awkward silent mystery?”

Quem ainda não balançou o esqueleto ao som de Titanium por favor trate de atualizar sua playlist. Uma das músicas mais conhecidas da cantora Sia, foi assim que conheci seu trabalho anterior e o CD Some People Have Real Problems. A música Lullaby com certeza é uma canção de ninar para qualquer ouvido e é impossível resistir à melodia calma e suave proposta pela música. Achava que a cantora só tinha músicas com batidas fortes mas me surpreendi ao ouvir esta!

“Send a wish upon a star
Do the work and you’ll go far
Send a wish upon a star
Make a map and there you are

Send a hope upon a wave
A dying wish before the grave
Send a hope upon a wave
For all this souls you failed to save”

Que o álbum Froot da Marina and The Diamonds está fazendo o maior sucesso desde que foi lançado não é nenhuma novidade. Mas preciso confessar que tenho uma queda pelas músicas acústicas da banda. A primeira que me conquistou foi Lies e eu escutei tanto que precisei tirá-la da minha playlist por um tempo. Agora é a vez de Happy e a letra linda que me faz suspirar. Só de ver o clipe já me dá vontade de chorar o.O

“I found what I’d been looking for in myself
Found a life worth living for someone else
Never thought that I could be, I could be
Happy, happy”

Agora eu quero saber de vocês: quais músicas foram as preferidas de cada um no mês de Dezembro? Não vá me dizer que nenhuma porque é praticamente impossível, hein! Sempre tem aquela que tocou sem parar e a gente cantou a letra de cor e salteado! Conta para mim aqui nos comentários, vai!
Beijos di moça!

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Chegou meu pacotinho mais precioso!

13 . janeiro . 2015

A surpresa foi mais ou menos assim…

Lucca estava previsto para chegar no dia 14/01. Junto com meu obstetra, já tínhamos deixado tudo agendado na maternidade e o parto já tinha sido escolhido: cesária (obs: não quero entrar nessa questão de normal x cesárea). Isso significava que eu tinha um tempinho para montar o quarto do Lucca, organizar a bolsa da maternidade e até me “embelezar” para o grande dia.

Na segunda-feira (05/01), Jonathan e eu começamos a organizar o quartinho do Lucca. Tinta pra lá, papel de parede para cá, mudar guarda-roupa de lugar e, no fim do dia, estávamos super cansados. Mas a espera por um anjinho sempre valerá a pena qualquer cansaço, guarde bem minhas palavras! ;)
Enquanto arrumávamos o quarto comecei a sentir cólicas muito fortes. Sabe quando você está de TPM, sentindo aquela cólica monstruosa e muita dor nas costas? Acho que seria mais conveniente eu pedir pra você triplicar a dor e assim ter uma ideia do que estou falando.
Para não perder o momento único que estava vivendo (e me refiro a bons e terríveis também) achei melhor não ir ao pronto atendimento. Tomei um remédio em casa e esperei a maldita dor passar (a velha e linda esperança de que a dor iria passar).

Já de madrugada comecei novamente a sentir as dores: agora mais terríveis que nunca. Uma das desvantagens da gravidez é você não poder se entupir de medicamentos porque tudo deve ser minimamente indicado pelo seu obstetra. Então fiquei na cama gemendo e sofrendo. No dia seguinte (06/01) logo pela manhã eu tinha o meu último ultrassom antes do grande dia. Estava tão empolgada para ver o meu bebê pela última vez dentro da minha barriga. Mas as cólicas não tinham passado, argh. Em desespero às seis horas da manhã, tomei um banho e notei uma pequena mancha de sangue na calcinha. Quase em desespero, fui direto para o pronto atendimento da maternidade Cândido Mariano.

Ao chegar na CM solicitei um médico plantonista para que me examinasse, checasse se meu bebê estava bem e me prescrevesse qualquer medicamento para aliviar as cólicas até dia 14/01. Liguei para o papai do Lucca (Jonathan) e ele foi prontamente à maternidade para, juntos, sabermos o que estava acontecendo. Eis que deu sete horas, e nada de médico. Oito horas, e nada. A maternidade estava cheia neste dia e fiquei com medo de esquecerem de mim ali, com cólicas insuportáveis. De repente, do outro lado da sala de espera, ouço uma senhora gentil se levantar e se prontificar:

– Cadê o médico plantonista daqui? A moça do meu lado saiu dos 5 em 5 para 3 em 3. Vamos agilizar né?

Eu fiquei sem entender, de verdade. Como assim de 5 em 5? 3 em 3? Foi quando, repentinamente galera, uma luz acendeu no meu cérebro e a ficha caiu: “Putz grila, só falta ser as benditas contrações que todo mundo fala.”
Para tirar minhas dúvidas comecei a contar as minhas “cólicas” e, benza Deus, já estava com dores de 5 em 5 minutos!

Aqui fica a legenda da foto agora

Gente, e essa ilustração perfeita que a Carla (Faltou Açucar) fez para o Lucca? Muito amor!

Como se em um passe de mágica a enfermeira me chamou e fui correndo (do jeito que grávida consegue correr, claro) para a sala de atendimento. Contei o que estava acontecendo, a data prevista do parto e a doutora me joga a notícia de que eu estava em trabalho de parto! \o. #medo
Fui examinada, o bebê já estava encaixado e, opa, eu estava com um dedo de dilatação. UM MERO DEDO DE DILATAÇÃO e estava com aquela dor toda! Meu Deus, eu não ia suportar até o fim do dia e esperar dez dedos de dilatação. Confesso que achei que teria uma crise de pânico ali mesmo. Minhas mãos suaram frias e quentes ao mesmo tempo e o coração acelerou tanto que achei que iria desmaiar.
Quando o Jonathan mencionou para a doutora do meu quadro de crise de pânico, tudo mudou para a glória de Jesus Cristo. Surgiu a possibilidade do parto ser cesárea!

Então ficou assim: eu esperaria a médica fazer mais um parto (porque no dia 06/01 nasceram todas as crianças de Campo Grande) e se eu ainda estivesse no mesmo ritmo, faríamos a cesárea. Enquanto esperava na sala de repouso, com aquela roupinha linda de hospital, tive vários momentos de quase-crise. Eu não aguentaria tanto tempo com dores e sabendo que a intensidade aumentaria ao longo do dia. Pedi tanto à Deus para me oferecer o melhor parto que eu quase chorei de medo e fui para casa. Mas às onze horas o enfermeiro me chamou e estava tudo preparado para o parto, cesária!

Galera, eu comecei a tremer as bases! Sorte que eu estava em uma cadeira de rodas para ser levada à sala de cirurgia, caso contrário teria desmaiado. Comecei a ficar mais assustada porque a sala de cirurgia tem aquele cheiro típico de produtos de hospital. As luzes são fortes, os instrumentos de manuseio me deram medo e pensei “não vou conseguir, meu Deus! Quero voltar pra casa!”
Para minha alegria tudo deu mais que certo, gente! Tudo correu tranquilamente bem, eu fiquei bem (o que me deixou mais surpresa). O Jonathan conseguiu filmar o parto sem desmaiar (eba!) e – aqui vai uma confissão – eu só me senti mãe no momento em que colocaram o Lucca do meu ladinho. Nessa hora eu desmontei em lágrimas e me senti a mulher mais especial do mundo.

Sabe o que foi mais engraçado? É que parto cesárea não é esse bicho de sete cabeças que pintaram para mim em 37 semanas de gravidez! Claro, a gente tem que pensar em possíveis riscos mas é uma cirurgia como quase todas as outras, exige cuidados e atenções. Acredito que o pior foi passar um dia inteiro deitada na cama sem poder levantar a cabeça. Credo, um saco!

Hoje venho aqui dizer-lhes que já estou em casa, me recuperando muito bem (apesar de ser bem espoleta e não dar muita atenção ao repouso) e amando cada dia mais o meu filho Lucca!
Também venho lhes dizer que é o primeiro dia que acesso a internet pelo computador porque o Lucca exige minha atenção 24 horas por dia. E eu jamais imaginei que essa sensação de alerta aconteceria comigo. Pois gente, é impossível você grudar os olhos por mais cansada que esteja. Nasce um senso de alerta a todo momento que seu filho respira.
Mais pra frente vou compartilhando temas específicos sobre maternidade com vocês.

Quero agradecer com muita alegria no coração a todos que nos parabenizaram com tanto afeto pela chegada do Lucca! Vocês não sabem como é incrível a sensação de ter meu pacotinho finalmente do meu lado!
E, claro, aos poucos volto a postar no Di Moça. Espero que vocês tenham paciência com meu tempo e organização mas é até o Lucca adquirir uma certa “independência”. Bom, agora se me derem licença, vou ficar um pouco com o Lucca porque ele está me chamando!
Um beijo no coração de todos vocês!

Jeh Asato
Jeh Asato
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Mergulho no nada do eu

05 . janeiro . 2015

Quando você se reconecta com o mundo, ele te agradece de inúmeras formas. E essa viagem foi a prova disso. Não poderia ter sido melhor, foi do jeito que era pra ser, para aprender, para evoluir, para relaxar. Não consigo me ver mais a mesma pessoa e acho que é esse o objetivo de toda viagem, ação, direção. Se não for, melhor dar uma volta e olhar ao seu redor. Os ventos do vale do Colca podem te indicar as direções, mas cabe a você estar pronto para perceber a melhor delas. A que mais te inspire, mais te mova, mais te transforme. Te mude para um mundo novo cheio de alegrias e decepções, nada é feito de perfeições, mas de eternos conflitos que nos levam além do ambiente letúrio que está a nossa volta. A vida peruana me fez ver como podemos ser felizes com um mínimo que consideramos um nada. O que realmente tem valor nessa vida e em todas outras? Ver o pôr do sol em uma praça e admirar o lindo vulcão coroando as luzes da noite, assistir o casamento de estranhos e ver o quanto é bom ver a felicidade alheia mesmo em outra língua. Felicidade não tem nome, endereço, nem língua. Ela se expressa em um olhar, gesto que podem ser muito mais expressivos que qualquer declaração de amor. Não é o ambiente que faz você, mas você que constrói o mundo a seu redor. Quer um com vista pra praia ou pro deserto? Não substime, o árido pode ser mais bonito, só depende da maneira como você se coloca, como enfrenta, como ama a vida.

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The 100 – Os Escolhidos :: Kass Morgan

31 . dezembro . 2014

Eu não poderia passar a última quarta-feira de 2014 sem uma resenha para marcar esse fim, não é mesmo? E para concluir o ano tive a oportunidade de me aventurar em The 100 – Os escolhidos de Kass Morgan, livro que me surpreendeu e compartilho logo abaixo. Vem comigo!

The 100 – Os Escolhidos (The 100 – Book 1)
Autora: Kass Morgan
Ano: 2014
Páginas: 288
Editora: Galera Record

* Livro enviado pela editora como cortesia.

Sinopse:

Desde a terrível guerra nuclear que assolou a Terra, a humanidade passou a viver em espaçonaves a milhares de quilômetros de seu planeta natal. Mas com uma população em crescimento e recursos se tornando escassos, governantes sabem que devem encontrar uma solução. Cem delinquentes juvenis — considerados gastos inúteis para a sociedade restrita — serão mandados em uma missão extremamente perigosa: recolonizar a Terra. Essa poderá ser a segunda chance da vida deles… ou uma missão suicida.

Créditos: Skoob

Há três séculos atrás uma guerra nucelar e biológica ameaçou destruir a Terra, tornando o espaço a única opção para aqueles suficientemente afortunados para sobreviver os primeiros estágios do Cataclismo. Vivendo em uma enorme nave espacial, a Colônia, uma missão perigosa e importante está prestes a ser desenvolvida. O centro de detenções está sendo esvaziado hoje. Uma centena de criminosos sortudos vai ter a chance de fazer história. 100 deles vão para a Terra. Se tiverem sucesso, suas infrações serão perdoadas e serão capazes de começar novas vidas na Terra.

Clarke Griffin tinha sido Confinada por traição, mas a verdade era muito pior do que qualquer um poderia imaginar. Mesmo se, por algum milagre, ela fosse perdoada em seu rejulgamento, não haveria um verdadeiro indulto. De acordo com a lei da Colônia, adultos eram executados imediatamente após a condenação e menores eram confinados até completarem 18 anos, quando recebiam uma última chance de se defenderem. Clarke estava prestes a completar 18 anos e é uma das escolhidas a fazer uma visita à Terra.

Assim que Wells, filho do Chanceler Jaha, tinha descoberto que Clarke estaria entre os cem enviados à Terra, ele tivera que fazer algo para se juntar a eles. E, como o filho do Chanceler, apenas a mais pública das infrações o levaria ao confinamento. Para o Chanceler, nada poderia justificar atear fogo na Árvore do Éden, a muda que tinha sido trazida a Phoenix logo antes do Êxodo. No entanto, para Wells, aquilo não tinha sido uma escolha

Para Bellamy deixar que sua irmãzinha Octavia partisse nessa expedição sozinha era o mesmo que abandonar suas promessas e permitir que O fosse à execução. Agora ela estava recebendo uma segunda chance na vida e ele fazia questão de que ela aproveitasse. Ele iria à Terra com sua irmã e fará qualquer coisa para ser membro dessa expedição, nem que para isso precise ameaçar o Chanceler.

Glass Sorenson, ao contrário de seus colegas de Confinamento, precisa aproveitar o rebuliço causado por Bellamy e escapar dessa expedição para encontrar seu grande amor, Luke, e explicar de uma vez por todas o motivo de seu Confinamento.

Assim que os cem condenados são enviados à Terra muitas aventuras e desventuras estarão esperando por eles. Destinados à provar de que o ambiente é receptivo para começarem a recolonização, Clarke, Wells e Bellamy enfrentarão o desconhecido planeta Terra e terão que sobreviver com o que lhes foram proposto. Apesar da liberdade, será seguro estar entre 100 condenados à execução? Os cem podiam ser os primeiros humanos a chegar no planeta em três séculos, mas eles não estavam sozinhos. Alguns nunca tinham ido embora.
Não muito diferente, Glass terá que enfrentar seu passado, seu presente e até mesmo seu futuro na Colônia e os motivos que levaram o Conselho a despachar os condenados à Terra.

Preciso dizer que eu gostei muito da proposta de Kass Morgan em Os Escolhidos, primeiro livro da série. Para quem não curte enredos que se desenrolam no espaço (essa sou eu), fiquei maravilhada com o desenvolvimento e estrutura do mesmo. Narrado em terceira pessoa, cada capítulo é focado em um personagem principal (Clarke, Wells, Bellamy e Glass) de forma que, em um determinado momento, as histórias se cruzam espontaneamente. Outra característica que Kass usou foi voltar no tempo e discorrer sobre o passado de cada personagem, nos deixando a par dos acontecimentos anteriores ao presente. Esse recurso presente-passado foi muito bem sinalizado e nos permite conhecer a vida dos personagens antes de serem confinados para execução.

Nos primeiros capítulos do livro acreditei que todos os outros seriam focados na sobrevivência dos personagens na Terra mas, graças à Glass que fica na Colônia, a mistura de Terra e espaço tornou a leitura mais fluente.
Os meus capítulos preferidos, com certeza, foram os da Glass (apesar de, no começo, ela aparentar ser frágil demais) e de Bellamy (que achei ser mulher mas é um homem), mais audacioso e irônico.

Enquanto a leitura se desdobrava eu ficava mais alerta e impressionada com as conexões feitas por Kass, nos dando um gostinho de “quero o próximo livro para hoje!”. O final foi bem intencionado, nos deixando curiosos para a continuação das histórias, tanto na Terra quanto no próprio espaço.

Fico muito satisfeita com minha última leitura e resenha de 2014 e tenho o prazer de lhes recomendar a leitura para todos que gostam de uma história bem desenvolvida com personagens e cenários envolventes com gostinho de “preciso do próximo livro!”

Alguém aí já leu Os Escolhidos? Vale lembrar que há uma série homônima baseada no livro e fiquei super interessada em assistir. Pelo trailer é perceptível mudanças nas informações mas dá para encontrar semelhanças.

Espero que tenham gostado e deixem nos comentários o que vocês acharam do livro ou da série, ou se vocês ficaram interessados nos mesmos!
Beijos di moça!

Stephanie Perkins

Kass Morgan é uma escritota de fição Young Adult e autora da série The 100, livro que inspirou a série homônima. Morgan nasceu em Nova York e mora no Brooklyn. Estudou literatura no Brown e Oxford e uma fã de fição científica e romances vitorianos.


Twitter da autora | Site da Galera Record

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