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Helena de Troia :: Francesca Petrizzo

03 . novembro . 2012

Quando solicitei Helena de Troia – Memórias da mulher mais desejada do mundo pela editora Lua de Papel, idealizei um livro que concedesse um panorama mais explicativo do pano de fundo grego, troiano, espartano, etc. Quero dizer, não sou boa em História; muitos acontecimentos são apenas leves lembranças na minha cabeça e precisava de um reforço através do livro da Francesca. Mas claro, também preciso contemplar o olhar feminino imposto pela autora. Então, vamos à resenha de Helena de Troia.

Helena de Troia (Memoirs of a Bitch)
Autora: Francesca Petrizzo
Páginas: 207
Editora: Lua de Papel

* Livro enviado pela editora como cortesia.
Sinopse:

Um navio retorna de uma intensa batalha pelas costas gregas. Uma mulher observa o contorno do Peloponeso na penumbra do crepúsculo. É a jovem Helena, oferecida pelo pai ao conquistador Menelau para garantir a paz e sobrevivência de seu povo. Uma fatídica decisão que seria carregada de tristeza e tragédia, porque Helena começa a buscar nos braços de outros aquilo que lhe fora negado. Numa narrativa lírica e original, esta obra traz a versão de Helena da história lendária que é conhecida em todo o mundo. A disputa que originou a guerra de Troia. De sua infância em Esparta aos anos turbulentos de sua união com Menelau e a fuga com Páris e todas as suas consequências. A vida de uma mulher que estava destinada ao poder, mas era movida a paixão e seu amor provocou uma das guerras mais famosas de todos os tempos. “Helena é meu nome, mas posso ouvi-los me chamando de adúltera nas minhas costas. Eu nasci em Esparta, mas fui embora para Troia, por amor. Eles costumavam dizer que eu era a mulher mais bonita do mundo e viviam julgando o quão pouco ganhei e o quanto perdi depois que fugi, mas eles não estavam lá depois de tudo o que passei. Eu estava.”

Crédito: Skoob


A adúltera. Assim me chamam os homens da tripulação.
A adúltera.

Fazem isso às escondidas. Mas eu ouço.

Meu nome é Helena, nasci em Esparta, mas me fui de lá por amor.

Diziam que eu era a mulher mais bela do mundo.

Do pouco que tive, do muito que perdi, os aedos já
fazem seus relatos. Relatos mentirosos. Afinal, não
estavam lá. Eu sim.

Caminho pela ponte. O sol se põe ao longe. O dia cede
lugar à noite. Sobre o mar de bronze, a nau traça riscos
de espuma.

Será já o Peloponeso aquela crista escura, uma matilha
de lobos a correr para alguém além da água? Erguem-se e caem
os homens como as folhas nas árvores, erguem-se e
caem no silêncio dos deuses.

A nau desliza sobre as ondas de metal.

Helena, a destruidora. É assim que a mulher mais desejada do mundo era conhecida. Não pelo seu coração de pedra, merecido pelos ensinamentos de sua mãe, Leda. Muito menos pela sua irmã, Clitemnestra – que tinha uma inveja pasmoso sobre Helena. Mas pelos acontecimentos que teriam de vir. Pela guerra de dez anos travada entre dois povos à procura de sua posse. Helena, a destruidora. Nada mais que isso.

Mas para chegarmos até o grand finale, a autora Francesca Petrizzo nos apresenta brevemente a infância de Helena, seus parentescos e os sentimentos que a cercaram aos oito anos: a inveja e o medo. Por trás dos simples sentimentos infantis, Helena precisava ser mulher antes da hora. Aos 12 anos, Helena conhece o poder e o cintilar das jóias, com a visita de Teseu.
Helena também conheceu a fúria dos deuses da natureza. Um vento furioso varreu Esparta por quarenta dias, e com o vento veio uma febre negra que levou a morte a cada casa. Seu irmão Castor foi o primeiro a cair doente e em três dias morreu sem jamais sair do delírio. Pólux, também irmão, morreu enforcado por não aceitar a morte do seu irmão-amigo-companheiro. Durante a febre negra, Helena foi mantida presa em seus aposentos, com turnos de sentinela à sua porta para evitar possíveis escapadas durante a noite. A epidemia durou 15 dias e Helena não adoeceu. Sua ama, Etra, a retirou dos aposentos com saúde.

Mas assim como a epidemia levou várias pessoas com agonia, angústia e sofrimento, os entes que ficaram no mundo também padeceram de solidão, depressão e desânimo. Perdida em seu mundo, Helena permaneceu em luto por dois invernos, numa ausência escura, sem esperança e ânimo, tornando-se assim o terror do palácio.

“(…), o medo nada mais é do que um embrulho esquecido no fundo do coração.”

Tudo parece mudar quando Helena é oferecida em casamento e, com ela, o reino de Esparta. No meio do verão, chega Diomedes – rei de Argos, filho de Tideu. Diomedes é o homem que marca uma nova vida, uma nova fase na vida de Helena: seu primeiro beijo e sua primeira relação sexual. Mas, olhe que interessante: quando vagabundos e comerciantes levaram por toda a Grécia a notícia de que Diomedes pedira e obtivera a mão de Helena, a louca (sim, já a chamavam de louca por entre as conversas das escravas) que todos pensaram que ela valeria a pena. Mas seu pai os despachava com frias fórmulas de cortesia. Somente para Peleu havia amizade no coração de Tíndaro (pai de Helena). E por seu filho, Aquiles. E tal como Helena, diziam que Aquiles era louco.

“Porque eu encontrava os olhos dele, e então minha voz morria. Esquecidos aqueles outros olhos queimados na pira; apagados em um instante. Não sentia vergonha, porém, não tinha passado nem futuro, nenhum buraco negro para fora do qual me arrastar penosamente com unhas e dentes, nenhum abismo sem luz onde meus dias se precipitassem sem som. Tinha aquele homem diante de mim; e não precisava de outro.”

Resumindo, Helena se casa com Menelau e como consequência, seus pais são exilados em Cefalônia. Talvez por coincidencia, Menelau é irmão de Agamêmnon – marido de Clitemnestra, que por sua vez, é a irmã medíocre mencionada anteriormente.
Mas o casamento de Helena era um tanto dinâmico. Considerada a rainha mais bela e mais louca da Grécia, o próprio marido tinha um medo surreal de sua esposa. (Observação à parte, isso deve ter sido engraçado!).
Nesse interím, Helena descobre que está grávida de Aquiles. Pois é, aquela visitinha básica ao rei de Esparta rendeu muito mais que meros cortejos ao rei, né?). Uma garota feita de pedra como Helena, e de fogo como Aquiles: Hermíone.

Pois bem, pulemos algumas partes e vamos à chegada de Páris, filho de Príamo (rei de Tróia). Encantada com o jovem cheio de força, coragem e ânimo, Helena foge para Tróia com Páris, deixando para trás o seu marido (que até então desconhecia o plano de sua mulher) e a própria filha.

“O tempo de Páris. A estação mais vívida de minha vida. Poucos dias em que sonhos e esperanças atingiram seu ápice. E logo depois se encaminharam, lentos, ao declínio.”

No começo, tudo é mil maravilhas, né? E Helena, com tantos casos de amor, deveria saber muito bem disso. Promessas que futuramente seriam desmanchadas por sangue, escudos, espadas mas que por hora era tudo o que precisava para seguir em frente: o amor.
Ao chegar em Tróia, Helena conhece os irmãos de Páris (personagens importantes no livro): Heitor, o herdeiro do trono e Cassandra, considerada louca por ser tocada pelos deuses (a famosa premonição). Mas o que espanta todos no reino é a declaração nada sutil de Cassandra, ao se deparar pela primeira vez com Helena: a ruína de Tróia e o arauto da morte.

Sabemos, com estudos históricos, que houve uma guerra de dez anos entre Tróia e Esparta. Mas alguns acontecimentos de segundo plano ressaltaram o romantismo no livro de Francesca: o desdém de Páris com o passar dos anos; o amor entre Helena e o sucessor do trono de Tróia. Mas nada disso impede que Menelau, Agameon, Aquiles e outros reis juntam-se numa guerra contra Troia. A princípio para resgatar Helena dos braços troianos, mas de acordo com algumas fontes históricas, havia interesses econômicos também (isso não consta no livro de Francesca).

“Foi preciso que eu conhecesse a morte para decidir tomar a vida pela mão.”

Apesar de Helena se autodenominar “coração de pedra” o tempo inteiro, não reconheci essa nomeação durante a narrativa cheia de dor mas ao mesmo tempo solidão e miséria na alma. Parecia que Helena queria cobrir suas feridas com uma aparência de pedra que não coube perfeitamente ao seu estado emocional. Isso acontece até hoje, não é? Mulheres que tentam se manter fortes, frias mas que lá no fundo possuem cicatrizes abertas e sangrando.

“- Não é preciso ser vidente para saber que você vive de fantasmas, Helena.”

Helena viveu cinco anos de privilégio ofuscante de sua luz dourada antes que perdesse novamente pessoas importantes em sua vida. Depois de muitos anos em uma guerra que parecia interminável, os troianos percebem que o acampamento de seus inimigos está vazio, e imaginam que finalmente abandonaram a guerra. Mas Cassandra já tinha previsto coisas horríveis e o fim não poderia ser esse. Ao encontrarem um enorme cavalo de madeira na linha inimiga não é bom sinal, mas os troianos o leva para dentro das portas de Ceias. Mas para a surpresa de todos, os inimigos estão prontos para acabar com todos os que sobraram.

“Lembrem-se de quem perderam, lembrem-se do quanto custou este dia, quisera ter gritado. Mas os vivos só se preocupam com os vivos, e o pior é sempre para os mortos.”

O livro foi escrito em duas partes: Esparta, que narra a vida de Helena até antes de fugir para Troia. E a segunda, Troia, que narra a nova vida de Helena, bem como sua destruição. Confesso que tive certa dificuldade para seguir o ritmo de linguagem utilizada pela autora. Muitos floreios e metáforas complexas. Não estou acostumada a ler este tipo de linguagem, mas quem sabe, com o tempo, eu aprenda. E claro, é importante ressaltar que uma base histórica sobre a vida de Helena e acontecimentos em Esparta e Troia ajudam bastante. São muitos personagens, muitas menções que a autora possivelmente deduziu já fazerem parte de nosso conhecimento histórico.

Quanto a considerá-la a mulher mais linda do mundo, sinceramente não consegui vislumbrar este quadro através das páginas. Talvez por Helena não se ver desta maneira, talvez por eu ser leiga neste quesito. O caso é que, Helena teve alguns “parceiros” mas no momento em que senti verdade em suas palavras, o amor foi levado muito rápido. Senti pena de Helena, de verdade.

Apesar de ser um livro pequeno, demorei certo tempo para finalizar a leitura. E não consegui me prender e me surpreender com as suas memórias. Mas para quem gosta de livros históricos com uma ponta de ficçao, narrados por mulheres, vale a pena arriscar. Achei esta característica muito válida no livro. Uma guerra narrada sob o ponto de vista de uma mulher é bem curioso.

E você, já leu esta obra de Francesca Petrizzo? Parece-me que Helena é um ícone instigante na mitologia grega, afinal de contas, encontrei vários títulos dedicados à essa personagem.
Compartilhe conosco o que você sabe, já ouviu falar sobre Helena de Troia! Será um grande prazer conhecer o seu ponto de vista! *-*
Um beijo com carinho e até o próximo post!

Francesca Petrizzo

Francesca Petrizzo nasceu em Empoli em 1990 e escreve desde os quinze anos. Estuda História numa universidade britânica. “Helena de Troia” é o seu primeiro livro.

Site da Lua de Papel


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• Temos 41 comentários nesta postagem" •

Jaira Costa, disse: - 03-11-2012 (00:49)

oi, Jeh….

eu gostei da capa desse livro….só conhecia Helena da época do colégio que estudei sobre ela e tal….mas nada muito especifico…eu não gosto muito de livros históricos….só quando realmente são muito bons e me prendem….coisa difícil de acontecer….não sei se leria esse…você falou que ele é pequeno com a leitura lenta…..ando numa ressaca literária danada..to precisando de alguma coisa que me tire dela….rsrs…me salve……mas adorei a resenha……

bjisss

Jaira

Livros e Versos

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Jaira Costa,

Oi Jaira, tudo bem??

Eu nem me lembro de Helena na época do colégio, para você ver o grau da minha memória, hehehe. Mas se você procura “refrescar” a mente, não recomendo este livro. Ele é bem superficial em relação aos dados e informações da guerra. Tem característica de romance mesmo…
Eu tive certa dificuldade em ler este livro, acho que a narrativa e as palavras foram forçadas, muito floreio e às vezes não conseguia acompanhar as comparações que ela fazia… não sei, posso estar enganada mas foi o que senti.

Beijos!




Jeh Polato, disse: - 03-11-2012 (11:48)

Oi Jeh,
Poxa, faz tempo que não aparecia por aqui. E é sempre uma surpresa, porque o blog sempre esta diferente. E sempre lindo.

Gosto de mitologia, mas não gosto da Helena. Não simpatizo nem um pouco. Achei que esse livro fosse menos descomplicado, mas vejo que ele seguiu a essência mitológica: todo mundo se conhece, todo mundo tem um parentesco e tudo acontece de uma forma absurda..rs

Nunca tinha lido a sinopse e, tampouco, lido alguma resenha. Me surpreendi. Mas acho que se fosse ler, seria como você, não conseguiria me prender ao livro.

bjinhuxxxx
@jeh_polato

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Jeh Polato,

Oi Jeh, tudo bem?? Nossa, que saudade! Eu também sumi de alguns blogs… =( Não sei o que acontece com meu tempo que está curto, nem sinto passar…. :x
(Preciso de organização!)

Confesso que sobre Helena conheci um pouquinho com este livro. E mesmo assim, bem pouco, já que ele tem caráter de romance a histórico. E eu preciso de mais informações históricas sobre a Grécia… :x

” todo mundo se conhece, todo mundo tem um parentesco e tudo acontece de uma forma absurda.” Exatamente.

Beijos!




Isabel Maia, disse: - 03-11-2012 (12:48)

Sobre Helena de Tróia não conheço grande coisa. Breves referências nas aulas de História na escola, o filme “Tróia” que vi há uns bons anos atrás e pouco mais.
Mas como esse é o meu tipo de livro e como a sua resenha me deixou “a pulga atrás da orelha”, acho que vou procura-lo nas livrarias daqui. Espero encontra-lo para poder ler também e trocar umas ideias com você flor :)

Bom final de semana! Se cuida =*

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Isabel Maia,

Oi Isa!
Também não conheço muito a respeito de Helena. Para ser sincera, muitas coisas tentei captar por este livro, mas por se tratar de um romance, fica meio complicado me atentar aos fatos históricos – eles são bem superficiais.

Espero que você encontre o livro aí e compartilhe sua opinião conosco, será um prazer viu! ;)

Beijos!




Quequel, disse: - 03-11-2012 (13:49)

Oie Amiga !
Ah nem curto muito esses títulos..
Ao longo da sua resenha senti que o livro dever ser pesado de ler.. sei lá! kkk

Até mais!
Bjisssssssssss

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Quequel,

Oi Quel! Aah poxa, que pena… mas se você não curte, não adianta forçar né?

Beijos e sinto muita saudade!!
;*




Carolina, disse: - 03-11-2012 (14:49)

Nossa, parece ser um livro… intenso. Achei bem roteiro de filme, mas fiquei com uma vontade terrivel de ler. Não sou muito fã de livros que narram fatos e pessoas que marcaram a Historia e tal.
Acho que por causa da sua resenha grande e do enredo, é dificil de acreditar que ele tenha só 200 páginas haha

Beijo

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Carolina,

Oi Carol, tudo bem?

É um livro intenso, realmente. Mas senti certa dificuldade em acompanhar a intensidade das palavras da personagem (Helena). Muitas metáforas com floreios e é importante ter uma noção de História para que a leitura flua e a associação dos fatos seja rápida e até agradável – o que comigo não foi tão agradável #vergonha

Pois é, com apenas 200 páginas a autora conseguiu enxugar dez anos de guerra! Se você ler, compartilhe conosco a sua opinião! *-*

Beijos!




Carolina Ribeiro, disse: - 03-11-2012 (20:47)

Adoro romances históricos e esse me chamou a atenção!!
Sem contar que achei a capa do livro lindíssima :)

http://autoracarolinaribeiro.blogspot.com.br/

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Carolina Ribeiro,

Oi Carol! Aah que legal, se você gosta de romances históricos provavelmente vai gostar deste livro!

Quando ler, compartilhe conosco a sua opinião!
;*




Thaiane Nobre, disse: - 04-11-2012 (12:15)

Eu adoro mitologia. E na época do colégio uma de minhas matérias preferidas era história.
Maaas apesar de ter achado LINDA essa capa e de todo o pouco que ouvi falar de Helena ter me chamado a atenção e interesse…

“(…) narrativa cheia de dor mas ao mesmo tempo solidão e miséria na alma.”

Pela resenha achei meio pesada a história, triste… sei la.

Beijos, Jeh.

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Thaiane Nobre,

Oi Thai!
Pois é, confesso que nem me lembro direito da Helena e fiquei com algumas dúvidas sobre essa beleza que a personagem possui e que não vi em momento algum… :x

Mas para quem gosta, vale a pena ler e comparar com outras versões. =)

Beijos!




Camilla Martins, disse: - 04-11-2012 (13:27)

Oie Jessica! Nossa, mas que blog lindo, hein? Parabéns!

Eu gosto muito da história de Helena, a minha professora de História gosta muito de contar para a gente várias histórias, e ela contou muitas sobre a Grécia Antiga. Eu gostei demais da sinopse do livro, e eu teria sim interesse em ler, já que gosto muito de coisas ligadas à História.

Bjos e bom domingo!

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Camilla Martins,

Oi Camilla, tudo bem?? Poxa, muito obrigada pela visita e pelo elogio, é tão bom receber comentários construtivos! \o

Eu nem me lembro das histórias sobre Helena na minha época de colegial, que estranho… :x Me lembro de Aquiles, a Guerra de Troia, mas a própria Helena eu não lembro. E foi uma leitura diferente da que estou habituada, esse é um ponto positivo! ;)

Acho que você vai gostar do livro, poderá compartilhar sua opinião – imagino que já formada – sobre a personagem de forma mais contundente!

E sim, o nome é em alemão! Adoro alemão, uma língua maravilhosa! Meu sonho é conhecer o país, você já viajou para lá?
*-*

Beijos!




Camilla Martins, disse: - 04-11-2012 (13:29)

Ah, eu curti demais o nome do seu blog… é em alemão, né? Pois é, amo a Alemanha! Hahahahaha!


Ane Reis, disse: - 04-11-2012 (21:19)

Oie Jeh =)

Assim como vc tive um pouco de dificuldades de ler Helena de Troia.

Adoro história gregas antigas, mas achei a narrativa um pouco cansativa e a Helena muito autodestrutiva.Alias o livro todo é muito lento e angustiante.

Ótima resenha linda!

bjus;****

anereis.
mydearlibrary | bookreviews • music • culture
@mydearlibrary

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Ane Reis,

Oi Ane, tudo bem?? =D

Ai que alívio, já estava me sentindo menor por ter tido certa dificuldade com a leitura. Achei a linguagem com muitas metáforas floreadas, cansativas mesmo. E não consegui ver a beleza física através das palavras, estranho né? Mas se ela foi considerada tudo isso, quem sou eu pra discordar? ;p

Beijos florzinha! ;*




NikaSanc, disse: - 05-11-2012 (00:42)

Oi!
Caramba, eu amei a resenha!
Estou muito curiosa pelo livro desde o primeiro momento em que o vi. Sou apaixonada por História e gosto muito de livros que a utilizam como base. Espero que minhas expectativas sejam atendidas! *-*
Parabéns pela resenha, menina! Eu, por mais que goste do livro, não consigo escrever tanto sem revelar a história toda. hahaha
Beijinhos, NikaSanc

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@NikaSanc,

Oi Nika!
Ufa, que bom que gostou da resenha! Eu tenho que ser sincera: devo ter pulado essa parte da História na escola/faculdade porque eu não me lembro tão vividamente da Helena, gosto muito de Aquiles. Enfim, é bem curioso e espero que tenha a oportunidade de lê-lo!
=D
Fico super feliz que tenha gostado da resenha!
;*




Carmen, disse: - 05-11-2012 (08:28)

Uau! Fiquei muito curiosa pra ler esse livro, é. rs Gosto de livros históricos e esse me chamou bastante atenção pelo real fato de ser contado o ponto de vista feminino. Siim, este acaba de entrar em minha lista :)

Beijos mil ? Estou seguindo você pelo facebook :)

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Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Carmen,

Oi Carmen! Sim, a guerra e todo o pré e pós momento serem contados sob o ponto de vista da própria Helena é bem interessante. Foi o primeiro livro que li sobre a personagem e quem sabe eu leia mais a respeito…

Beijos!




Edwin Lafaiete, disse: - 05-11-2012 (17:03)

ainda não li,mas já ouvi falar bastante sobre.
to terminado o livro eu pescador de mim, que é lindo .. e comecei E a vida continua, que é livro espirita ;

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Edwin Lafaiete,

Oi Edwin! Você gosta de mitologia grega? Enfim, o legal é que Helena de Troia não tem característica de livro técnico, cheio de informações e dados – o que também pode ser meio ruim para quem não conhece a história de Troia e Esparta.
Não sei se te agradaria porque é narrada sob o ponto de vista de uma mulher, mas caso tenha a oportunidade e vontade de lê-lo, não deixe de compartilhar sua opinião aqui no blog! ;)

Abraços!




Raiana Pereira, disse: - 05-11-2012 (23:50)

Eu ainda não consegui terminar esse livro, encostei e estou lendo outro, quando terminar volto a buscá-lo, mas por mais que eu goste de narrativas históricas, até porque eu faço História na faculdade, não consegui me prender a esse, fui me arrastando até a parte dois e pouco depois parei :x

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Raiana Pereira,

Oi Raiana! Eu também demorei muito para finalizar a leitura e olha que ele não é grosso. Não sei se foi as metáforas rebuscadas e cheias de floreios que me irritou em determinado ponto do livro ou se foi a minha ignorância na História Grega.

Mas enfim, depois conta pra gente o que achou do livro! ;)

Beijos!




Camila Leite, disse: - 07-11-2012 (14:18)

Jeh, eu fiquei muito confusa na metade da sua resenha! :X

Mas confesso que o livro me chamou bastante atenção, apesar da confusão das informações, fique interessada, porque sempre quis entender essa guerra e porque Helena era tão adorara, quando penso nela lembro da Jolie, mas acho que estou confundindo as coisas, preciso rever o filme!

Mas achei bem interessante a proposta do livro
Camila Leite

@sonhospontinhos
http://sonhosentrepontinhos.com

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Camila Leite,

Oi Mila, tudo bem?
Ai flor, mil desculpas pela confusão. Ao invés de eu ajudar, acabo piorando né? Mas me diga o que te deixou confusa que, se não for soltar spoilers, eu tento explicar melhor rpa você! =)

Eu confesso que até agora não vi o por quê de Helena ser tão adorada. Digo, não consegui ver beleza física na personagem. E pela própria narrativa, imagino que nem ela tenha se imaginado tão linda assim. Foi o meu ponto de vista, claro.

Espero que tenha a oportunidade de lê-lo em breve e aí sim sanar suas dúvidas – que a resenha acabou piorando, hehehe. Desculpe de novo.

Beijos! ;*




Amanda Almeida, disse: - 08-11-2012 (14:51)

Oi Jeh, tudo bem?
De todos os personagens da mitologia grega, acredito que Helena é uma das mais dignas de pena. Ainda não li nada da autora, mas do pouco que conheço da estória de Helena, a beleza e os títulos foram uma maldição e não uma benção propriamente dito.Gostei muito da resenha e fiquei com vontade de ler o livro. Gosto de livros históricos, mesmo quando eles cansam um pouco, no fim são ótimas leituras.
Abraços,
Amanda Almeida

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Amanda Almeida,

Oi Amanda, tudo bem?
=D

“… a beleza e os títulos foram uma maldição e não uma benção propriamente dito.”
Gostei do que você disse. Eu confesso que não me recordo bem de Helena quando meu professor contava sobre História Grega. Será que eu prestei atenção nela o suficiente? Acho que não.

Mas espero que você goste da leitura e quando puder, compartilhe sua opinião sobre ela! =)

Beijos!




May, disse: - 10-11-2012 (00:41)

Como já havia te falado, tenho esse livro em casa. Só vou conseguir lê-lo nas férias, mas estou mais que ansiosa, confesso. Adoro mitologia grega e, quando soube desse livro, que ele contava a história da Guerra do ponto de vista da Helena, e sua própria história de vida, não podia deixar de comprá-lo. Assim que cheguei na Bienal corri atrás dele! Ótimas resenhas e observações.

Beijinhos,
May :*

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@May,

Oi May! Se você procura sobre a guerra sob o ponto de vista de uma mulher, então vai gostar de Helena de Troia. Por eu não conhecer tanto a história – mas me interessar um pouco por mitologia grega – achei que o livro foi bem vago. A gente precisa saber de alguns acontecimentos de antemão pra deixar a história fluir! Acho que você vai gostar! ;)

Beijos!




Mensagens Natal, disse: - 23-11-2012 (16:15)

muito boaa essa dica de leitura, vou ver se providencio para ler ! obrigado pela dica !

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Mensagens Natal,

Olá! Que bom que gostou! Tenha uma ótima leitura!
=)




Orkut, disse: - 23-11-2012 (16:16)

desde que quando estudava achava Helena muito interessante.
depois dessa resenha, com certeza vou ler o livro!

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Orkut,

Olá! Que bom que você gosta de Helena! Acredita que eu não me recordo tão bem sobre ela na época da escola?? o.O

Se lê-lo, compartilhe conosco a sua opinião!
;)




Claris Ribeiro, disse: - 24-11-2012 (09:33)

Não conhecia o livro, não sou muito ligada a história e o livro não chamou minha atenção. Não sei se leria ele, mas se tiver a oportunidade um dia, não vou desperdiçar. Adorei a sua resenha, completa!
Adorei seu blog! Beijos!

Jeh Asato Jeh Asato, respondeu:

@Claris Ribeiro,

Oi Claris! Eu gosto bastante de História (exceto História do Brasil, odeio :x) mas confesso que sobre a Helena eu não lembro quase nada. O livro não conta muito sobre os fatos históricos, não tem datas, locais, etc. É o ponto de vista da Helena em relação à guerra.
Quero ler mais livros que possam me amparar nessa leitura. =)

Beijos!




Francielle, disse: - 22-12-2012 (21:49)

Eu gosto de livros históricos, principalmente quando consigo associar um fato narrado com um estudado..rsrs
Curti!


tagarelando.net/journal » Arquivo » Helena de Troia – Francesca Petrizzo, disse: - 07-01-2013 (09:29)

[…] comprado, na estante, mas o tempo estava escasso, ficou uns bons meses parado, até que eu vi a resenha da Jeh Asato, do Meine Liege, dizendo que o livro não era tudo isso, que tinha se decepcionado. […]


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