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iPhoneography (Junho)

21 . junho . 2014

Mês passado tive a honra de ser convidada para participar de um projeto fotográfico super diferente mas que tem tudo a ver com o Di Moça. Você conhece o iPhoneography?

O projeto iPhoneograpgy tem como objetivo reunir algumas blogueiras durante o mês em um post só. O post consiste em agrupar seis fotos tiradas no celular (por isso o nome do projeto se refere à uma marca de celular)! A partir de agora serão seis fotos postadas todo mês, de preferência dentro do intervalo de tempo delimitado e com temas livres (foi o que mais gostei)!
Vocês sabem que eu adoro fotografia mas ultimamente tenho me sentido cansada para acordar cedinho e sair para praticar essa arte tão gostosa! Confesso que fotos pelo celular são mais fáceis para mim, afinal de contas estou sempre com o meu em mãos! Selecionei seis fotos do mês (que foram postadas no Instagram do blog) e espero que gostem! *-*

1. Eu não costumo tirar fotos de paisagens ou do nascer (pôr)-do-sol mas neste dia o céu estava lindo! Aqui em Campo Grande sai ótimas fotos do céu, cada perfil no Instagram mais lindo que o outro, mas são raras as vezes que eu consigo captar esses momentos então resolvi parar o carro antes de cruzar a avenida e tirei essa foto! Inspirador, não é? Pena que eu estava indo para o trabalho, lol!

2. Depois de finalizar a leitura de Restos Humanos, um thriller psicológico super envolvente da escritora Elizabeth Haynes parti para uma leitura promissora (acho que vi alguns comentários da Juh Oliveto sobre a leitura mas não tenho certeza) e por enquanto estou gostando! Espero que a leitura seja mais dramática como a sinopse aparentou ser.

3. Quem sabia que eu sou professora de inglês? Pois é, tenho turmas desde criancinhas até os marmanjos e foi uma surpresa maravilhosa receber esse chocolate delícia de uma aluna e essa cartinha de um aluninho de 6 aninhos, muito amor gente! Sabe aquele aluno que você quer apertar as bochechas? Pois é! Ser professora (não me considero educadora, sinto muito :x) dá muito trabalho, meu Deus! Mas às vezes aparecem algumas recompensas para o nosso coração!

4. E não é que a árvore de ipê na frente da minha casa floriu e ficou linda de morrer? Todos os dias eu acordo e meu carro está sob as flores que caíram dela e a rua fica linda (apesar do trabalho de varrer e deixar tudo limpinho)! Achei que seria legal ter uma nova foto da árvore carregadinha!

5. Existem momentos que eu gosto de chamá-los de gordices. E, geralmente, nesses momentos eu estou ávida por doces! Há algum tempo eu não tomava um bom sorvete com direito a chantilly, vários sabores de sorvete, castanha, calda, moranguinhos e casquinha de sorvete! Claro que depois quase me deu um revertério mas os vermes me agradecem! *-*

6. Ainda sobre gordices, eu não comprava Danoninho há muito tempo! E, poxa, é tão jeitinho de infância, né? Pena que o pote é pequenininho e a gente precisa de uns três para saciar a vontade de doce! É igual Yakult, lembram? A gente precisa de uns quatro para realmente dizer que tomamos Yakult. Ou Kinder Ovo, nossa, só vale a partir do segundo! Adoro esses momentos!

Eba!! Adorei participar do primeiro (de muitos) iPhoneography! Que tal conferir o post das outras blogueiras também? Tenho certeza que você vai amar!

Beijos di moça!

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Restos Humanos :: Elizabeth Haynes

18 . junho . 2014

Confesso desde já que esta foi uma resenha muito difícil de ser compartilhada. Pois, como indicar uma de suas autoras favoritas no gênero thriller/suspense levando em conta apenas o enredo em sim? Muito difícil. Por isso, peço que leia a resenha até o final para que entendam a nota e os aspectos considerados durante a leitura de Restos Humanos, de Elizabeth Haynes, lançado pela Intrínseca em março deste ano!

Restos Humanos (Human Remains)
Autora: Elizabeth Haynes
Ano: 2014
Páginas: 320
Editora: Intrínseca

* Livro enviado pela editora como cortesia.

Sinopse:

Você conhece bem seus vizinhos? Saberia dizer se eles estão vivos ou mortos? Ao encontrar por acaso o corpo de uma vizinha em avançado estado de decomposição, Annabel Hayer, que trabalha com análise de informações para a polícia, fica horrorizada ao pensar que ninguém — e isso inclui ela mesma — sentiu falta daquela mulher. De volta ao trabalho, ela vasculha os arquivos policiais e encontra dados que mostram um aumento significativo de casos como aquele nos últimos meses em sua cidade. Conforme aprofunda a investigação, Annabel parece cada vez mais convencida de estar no rastro de um assassino, e é obrigada a enfrentar os próprios demônios e a própria fragilidade. Será que alguém perceberia se ela simplesmente desaparecesse? Um thriller psicológico extremamente perturbador, Restos humanos fala de nossos medos mais obscuros, mostrando como somos vulneráveis — e a facilidade com que vidas podem ser destruídas quando não há ninguém que se importe com elas.

Créditos: Skoob

Uma das características que me impedem de desenvolver a resenha em ordem cronológica e de fato como a história é, são os pontos e detalhes que a autora vai liberando ao decorrer da leitura e estas podem se tornar spoiler dos grandes. Então o que posso dizer, em suma, é que a história nos é apresentada sob três diferentes pontos de vista:

Annabel Hayer é uma mulher de meia-idade que mora com sua gata Lucy em Briarstone. A verdade é que Annabel não tem muitas características envolventes. Digo, a mulher mora sozinha (tudo bem, com sua gata), trabalha no distrito federal (no setor de Inteligência) e nem mesmo seus colegas de mesa de trabalho se atentam à ela. Talvez isso fosse perturbar metade das mulheres de quase 40 anos de idade mas Annabel até que está acostumada com sua vida/rotina. Porém – sempre tem um porém – a vida da mulher se destaca por algumas horas quando, por motivos de curiosidade – e instinto, talvez? – descobre o corpo de Shelley Burton, 43 anos, em decomposição na própria sala de estar.

“Morte suspeita
Aproximadamente, às 20h32 de sexta-feira, uma unidade de patrulha foi deslocada para um endereço na New Market Street, Biarstone. A vizinha sentiu um cheiro forte vindo do endereço em questão e entrou na casa, descobrindo os restos em decomposição de uma mulher na sala de estar. A falecida teve a idade estimada em 43 anos e morava naquele endereço. Parentes mais próximos foram informados. A Delegacia de Homicídios esteve presente no local e, embora as investigações ainda estejam em curso, acredita-se que não havia circunstâncias suspeitas. (Briarstone Chronicle)
(…)
Policiais foram chamados até uma casa em Newmarket Street, em Briarstone, sexta-feira passada e ficaram chocados ao encontrar o corpo de Shelley Burton, 43 anos, na sala de sua residência. A Sra. Burton morava sozinha e não era vista havia alguns meses.”
(Briarstone Chronicle)

No final das contas, Annabel devia ter se afastado. Devia ter voltado para casa e trancado a porta, sem pensar mais naquilo tudo. Afinal, o problema não era dela, não é mesmo? Mas, já tendo praticamente arrombado a casa, sentindo aquele cheiro fétido no interior, achou que poderia muito bem terminar o que começara e ver se havia alguém lá dentro.
A partir da descoberta do corpo já horrendo de Shelley, a curiosidade e pesquisas de Annabel nos apresenta outros números mais assustadores de casos de pessoas que, aparentemente moravam sozinhas, e foram encontradas em estado de decomposição (putrefação) em seus próprios lares. Tal preocupação também se torna interesse do jornal Briarstone Chronicle e do reporter sênior Sam Everett, que delicadamente vai em busca de Annabel para obter mais informações e, juntos, desmistificarem os casos – já que estes não apresentam qualquer sinal de violência ou morte aparente.

“É um triste sintoma da nossa sociedade que tantas pessoas de nossa comunidade não conheçam seus vizinhos, ou que prefiram acreditar que outras pessoas deveriam se preocupar, que outras pessoas sabem onde estão, os outros que assumam a responsabilidade. Mas, na verdade, essas outras pessoas não existem.”
(Briarstone Chronicle – Outubro)

Para Colin Friedland, nos seus trinta e poucos anos, funcionário do departamento de tecnologia da informação do conselho municipal, acredita que todos esses acontecimentos são circunstâncias que ajudaram as pessoas a escaparem do peso de suas vidas que vinham levando até então. Mas o que mais ele poderia saber? Seu foco principal está sempre nos estudos, tendo visto como desafio um curso de “PNL e técnicas de análise comportamental para negócios e interação social”.

“- Só acho que é uma pena – falei. – Estar morta por tanto tempo e ninguém sabe que você se foi.”

A partir destes três pontos de vista (Annabel, Colin e o próprio jornal Briarstone Chronicle), nos aventuramos em altos números e enigmas de pessoas encontradas em estado de decomposição em suas próprias casas e sozinhas. Mas estes não foram motivos suficientes para interromper as pesquisas de Annabel e atrair a atenção de diversos setores policiais dentro do distrito de Briarstone (inclusive, o próprio jornal Chronicle). A preocupação com possíveis moradores sozinhos se tornam alvos de manchetes e campanhas de jornais, instigando uns aos outros a conferirem como estão seus próprios vizinhos e se existem atividades incomuns entre eles durante certo período de tempo.
Porém é claro que, quando a morte está pronta para abraçar alguém, nada e ninguém é páreo para deter o inevitável.

Desde a descoberta do corpo de Shelley, a polícia tem encontrado outros corpos em decomposição há meses e a pergunta é: tudo seria mero acaso ou há um assassino tramando todos os eventos e consequências dos mesmos? Annabel é a nossa protagonista que, por azar, se revelará vítima e perseguidora do verdadeiro culpado e conspirador de todas essas mortes “aparentemente” sem precedentes mas que são arquitetadas com esmero e talentos.

“Era como se meu corpo já tivesse morrido e apenas esperasse minha mente alcançá-lo. E talvez a nuvem negra seja isso, afinal de contas. (…). E tantos de nós ainda estamos perambulando pelo mundo, mas estamos simplesmente mortos por causa da nuvem dentro, fora de nós, ao nosso redor.”

Assim como em No Escuro (ainda o melhor livro da Elizabeth que li), a autora nos apresenta os personagens principais e também o verdadeiro assassino/culpado/criminoso/etc. logo nos primeiros capítulos da leitura e com muita facilidade. Ou seja, não dá tempo para “bancarmos” verdadeiros detetives. No livro No Escuro tal característica não prejudicou a leitura, pelo contrário, fiquei mais compelida a conhecer o fim que um ser inescrupuloso levaria.
Já em Restos Humanos, ao sermos apresentados quase imediatamente ao protagonista com distúrbios e pensamentos delirantes em determinados momentos, a leitura pode se tornar um pouco previsível. Mas nada disso torna a leitura cansativa ou insuportável. Devo ressaltar que, em Restos Humanos, a tensão por você (leitor) ser a única pessoa a conhecer o conspirador de todas as destruições humanas te deixa roendo as unhas até arrancar as cutículas dos dedos do pé.

A busca constante por referências e notas sobre os assuntos mencionados no livro são expostos através de narrativas e insights de alguns personagens. São características que encontramos em ambos os livros e não posso negar que a autora merece os créditos pela busca de referências sobre o assunto.

“Não conheço ninguém que esteja tão à vontade com o conceito de morte quanto eu. Todas essas pessoas, e tantas outras por aí afora, que estão cansadas, doentes e deprimidas… e o que nós fazemos com ela? Pagamos tratamentos médicos demorados e invasivos às custas daqueles que cuidam dos nossos corpos e assim permanecemos em forma e saudáveis. Ou então simplesmente as colocamos em asilos, com gastos ainda maiores, onde elas não têm mais a opção de pôr um fim a tudo por conta própria. Estamos tratando nossos vizinhos de forma pavorosa. Nós os deixamos morrer gradualmente durante meses, anos até, quando tudo do que precisam é de alguém que lhes diga que está tudo bem, que, se quiserem ir embora, podem ir. Que é fácil, simples e pode ser indolor. Podem escolher esses caminhos se assim quiserem. E Deus sabe quantos deles fazem isso, diante das alternativas que lhes restam! Tudo o que fiz foi mostrar a essas pessoas que elas podem escolher esse caminho. Poderiam ter escolhido outro se assim desejassem. Mas não o fizeram. Escolheram morrer.”

Falando sobre o tema, a autora destaca a preocupação sobre a vida de pessoas que vivem sozinhas, principalmente nos Estados Unidos, que estão à mercê de serem esquecidas e nem serem notadas pelos próprios vizinhos. Também temos como tópicos importantes a depressão, a desmotivação pela vida e a falta de propósito da mesma por acontecimentos trágicos e/ou que tornam o ser humano impotentes.

Confesso que jamais tinha ouvido/lido falar sobre a morte indolor até o momento de o corpo chegar no estado de decomposição (isso vocês conhecerão melhor durante a leitura, prometo que é muito interessante). Muitas mortes são citadas durante a leitura e, abaixo da nota feita pelo jornal Chronicle, há pequenos depoimentos das vítimas que entregaram suas vidas para a morte natural.

O método escolhido pela autora para nos apresentar um assunto tão importante e, ao mesmo tempo, preocupante me revelou outras perspectivas de ver minha própria vida. Se você não é uma pessoa depressiva ou nunca se sentiu como os personagens descreveram suas situações, então é bem provável que o livro não tocará sua mente e seu coração tal como fizeram comigo. Mas de forma simples e bem formada, Elizabeth Haynes mais uma vez conquistou minha vida literária por abordar um dos temas mais preocupantes desta geração!

Se você já leu este thriller envolvente compartilhe conosco sua opinião, críticas e elogios sobre mais um livro instigante da escritora Elizabeth Haynes. Se você ainda não leu, então sugiro que tranque bem as portas e janelas de sua casa e mantenha sua mente sempre controlada. Nunca se sabe quem poderá persuadi-lo para um caminho totalmente inesperado.
Beijos di moça!

Elizabeth Haynes


Elizabeth começou a escrever desde pequena nos parquinhos, ganhou uma máquina de escrever de segunda mão quando tinha 13 anos que deveria ser portátil, mas pesava demais passando todos os fins se semana chuvosos em casa escrevendo. Em 2005 um amigo a apresentou ao National Novel Writing Month um concurso de 50 mil palavras. Em 2006 ela escreveu, mas acabou passando do limite e não concorrendo. Em 2008 começou a escrever sua primeira história e acabou mostrando a amigos que passou para frente e assim teve seu primeiro livro publicado. É graduada em alemão e arte na Leicester University e seus livros são fortemente influenciados por seu trabalho como analista criminal na polícia de Kent onde mora atualmente.


Site da autora | Facebook da Intrínseca
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Galeria Instagram Brasil x México

17 . junho . 2014

Como o Brasil praticamente parou para acompanhar os jogos da Copa do Mundo, achei que seria uma ideia bacana compartilhar com vocês a motivação, a torcida e a preparação dos leitores do blog (pelo Instagram) enquanto o jogo Brasil x México não começa! Eu confesso que não sou fã de futebol e, para ser mais sincera ainda (e talvez leve algumas chineladas) eu estou torcendo para a Alemanha nesta Copa de 2014. Também estou bem contente com essa folga no trabalho por causa dos jogos e, em seguida, os feriados! #prontofalei.
Mas é impossível não me admirar com tantas fotos criativas em verde e amarelo, animais de estimação entrando no clima de torcedores e “patriotas” com o coração pulando de excitação para acompanhar essa trajetória de 45 minutos que pode, ou não, definir a situação do país na Copa do Mundo! Que tal conferirmos algumas fotos em nossa Galeria do Leitor?

Galera do jogo Brasil x México

Gente, nunca vi o perfil do blog no Instagram com tanto verde, amarelo e azul! Imagino como esteve o coração de cada um com o primeiro tempo empatado (0x0) e o segundo tempo motivando os torcedores a aumentarem a voz e até mesmo pularem no sofazinho! Acreditem que eu não encontrei um perfil seguidor do @blogdimoca que estivesse a favor do México? Sério, eu fico chateada com esse tipo de coisa, afinal de contas o país veio de (meio) longe para ser prestigiado também e só dá Brasil! Sempre tento me colocar no lugar do adversário e, acredito que ficaria bem #xatiada com a falta de torcedores no Instagram. #prontofalei.

Segundo tempo encerrado e nadica de gol, hein? Para tristeza ou não dos brasileiros, outros jogos estão por vir. Alguns leitores já postaram fotos de seus pet tristinhos pelo empate entre Brasil e México (0x0) e achei super fofo!
Quais eram as expectativa sobre esse jogo? Quem participou de bolão, apostas e etc. palpitaram certo? \o. Bom, espero que outros jogos sejam melhores e que o Brasil possa se destacar como fez há muitos anos atrás!
Agora ….
Mudando de assunto…
Vocês viram o “jogaço” entre Alemanha e Portugal? Um espetáculo mesmo!
Beijos di moça!

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Ouça: Us The Duo

17 . junho . 2014

Não me lembro como conheci a dupla Us The Duo, que vergonha confessar isso para vocês! O que eu me lembro é que os conheci recentemente, provavelmente em alguma propaganda do CD No Matter Where You Are na rede social Youtube. O que eu sei é que eu gostei muito e já salvei várias músicas da dupla na minha playlist e vim compartilhar com vocês!

Há três anos, dois artistas solo se conheceram de forma aleatória, se apaixonaram e combinaram seus talentos para formar a dupla Us The Duo.
Alguns vídeos do YouTube tiveram mais de 25 milhões de visualizações e incentivaram essa dupla pop-folk a escreverem suas próprias músicas juntos, levando-os a produzir o primeiro álbum auto-intitulado em 2012. Após tal lançamento, Michael & Carissa se casaram, viajaram e tocaram muita música juntos desde então.


Facebook | Site

Desde o primeiro vídeo que assisti achei o casal super romântico. É impossível não perceber tal detalhe nos vídeos, na voz e no jeitinho deles um com o outro. Sem falar que as músicas são muito inspiradoras – desde as mais lentas até as mais batidas.

A dupla também disponibiliza alguns vídeos pessoais (vlogs) super bacanas, inclusive covers de outras músicas que eu gosto bastante!

O que vocês acharam? Eu me apaixonei pela dupla e adoro acompanhar as aventuras desse casal através da música! Espero que também tenham gostado!
Beijos di moça!

@blogdimoca no Instagram!

Di Moça :: Colecionando sonhos e palavras! - Todos os Direitos Reservados - Copyright © 2015 - Ilustração por Juliana Rabelo