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Eleanor & Park :: Rainbow Rowell

28 . maio . 2014

Claro que, depois de ver milhares de resenhas (boas) sobre o livro Eleanor & Park (lançado pela Novo Século este ano), eu precisava lê-lo! Tenho até receio de resenhar o livro e esta se tornar mais uma dentre tantas outras no mundo virtual mas é bacana deixar minha opinião registrada e encontrar outros (possíveis) leitores que tenham tido opiniões parecidas com as minhas.
E está certo que eu julguei o livro pela capa, pela sinopse e imaginei uma história bem clichê, sutil e rápida. Mas Rainbow Rowell conseguiu me surpreender em muitas fases da leitura e que me ajudaram a relembrar o gostinho do primeiro amor.

Eleanor & Park (Eleanor & Park)
Autora: Rainbow Rowell
Ano: 2014
Páginas: 328
Editora: Novo Século

* Livro enviado pela editora como cortesia.
Sinopse:

Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Créditos: Skoob

“Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um coração a bater. Como segurar algo completo, e completamente vivo.”

Estamos em Agosto de 1986 e Omaha é uma cidade tranquila e até legal para se morar quando se tem uma companhia como Park Sheridan. Park é um mestiço (coreano, se me permitam dizer) meio geek que ama bandas como The Smiths e tem uma coleção incrível de gibis. Todos os dias Park vai à Escola North de ônibus porque ainda não aprendeu a dirigir um carro manual (mas um dia vai tirar sua carteira de motorista e poderá sair por aí com o Impala do pai). Na verdade, pegar ônibus não é assim tão chato. Apesar da turma do fundo que, de vez em quando, faz brincadeiras idiotas com Park (né Tina, Steve e companhia?) ele ocupa o tempo do trajeto lendo gibis (cara, ele ama gibis, principalmente X-Men e Watchmen. Muito irado!) e ouvindo bandas maneiras no seu discman.

Mas em um dia indiferente alguém diferente acontece dentro do ônibus. Park notou a aluna nova quase ao mesmo tempo que o resto da turma. Ela estava em pé na entrada do ônibus, ao lado do primeiro lugar vago. O que foi mais chocante, na verdade, é que a garota – a aluna nova – tinha a aparência exata do tipo de pessoa com o qual um desastre, por exemplo, costuma acontecer. Não só por ser uma pessoa nova ali, mas por ser grande e esquisita. Com o cabelo bagunçado, bem ruivo, além de cacheado. E se vestia como se… como se quisesse que as pessoas ficassem olhando! Como se não sacasse que estava um desastre completo. Uma menina que não se vestia como outras meninas: usava camisa xadrez masculina, meia dúzia de colares estranhos pendurados em volta do pescoço e lenços amarrados nos pulsos. Ah não, Park queria ficar longe de qualquer desastre feito aquele. Mas o fato era que todo mundo que andava no ônibus já tinha seu lugar definido, escolhido no primeiro dia de aula. Quem teve a sorte de ficar com um banco inteiro só para si – caso do Park – não ia querer perdê-lo. Principalmente por causa de uma pessoa dessas.

“Ele a fazia sentir como se ela fosse mais do que a soma de suas partes.”

Eleanor Douglas passara tanto tempo longe de seu lar que podia jurar que a receberiam cheia de abraços. Até conseguiu imaginar o desfile de abraços e boas vindas vindos dos irmãos e da mãe. Ah sim, Richie continuava lá, o que teria feito Eleanor vomitar, não fosse a promessa feita à mãe de ter o melhor comportamento do mundo para o resto da vida. Mas é claro que a realidade é outra e Eleanor teve que se acostumar que era a mesma vida mas em um lugar diferente. E não apenas isso, mas ainda tinha a escola e – como sempre – todos os alunos que a infernizavam por causa do seu jeito diferente de ser. Ao subir no ônibus, Eleanor não sabia ao certo se o mestiço que a deixara se sentar ao seu lado finalmente era outro inimigo, ou se resolvera dar uma de idiota mesmo. Para Park, parecia errado sentar-se ao lado de uma pessoa todos os dias e não conversar com ela. Ainda que fosse esquisita. Ao passar dos dias, esse silêncio constrangedor foi se tornando algo menos pesado e mais atraente quando, de repente, Park decidiu dividir com sua “companheira-de-assento-de-ônibus” o seu gibi do dia. Assim, os dois – sem trocarem uma palavrinha sequer – liam juntos as aventuras de Watchmen, por exemplo, durante todo o trajeto da escola para casa e vice-versa.
(Ela gostava muito mais quando ele lia X-Men mesmo que ela não entendesse muito o que estava acontecendo na história; X-Men era pior do que General Hospital. Eleanor levou algumas semanas para sacar que Scott Summers e Ciclope eram o mesmo cara, e ainda não tinha entendido muito bem qual era a da Fênix.).

A partir daí a relação entre Park e Eleanor é plantada e cresce e, claro, com vários obstáculos no caminho. Porque são dois adolescentes que estão na fase de relacionamentos (o primeiro, mais provavelmente), amizades, platonismo – e até mesmo crise de identidade – e todas as circunstâncias que surgem através deles. A garota super esquisita e o mestiço que nunca precisaram trocar uma palavra na primeira vez que se conheceram para se “encaixarem”.

“Às vezes, parecia que ela jamais poderia fazer por Park algo similar ao que ele fazia por ela. Era como se ele despejasse todo um tesouro sobre ela a cada manhã se nem refletir sobre seu ato, sem notar quanto tudo aquilo valia.”

Eleanor é o tipo de protagonista que você não está acostumado(a) a conhecer nas histórias. Tanto é que eu demorei para lembrar que a personagem é gordinha e ruiva, sem ser atraente ou bonita, sabem? (Não é preconceito, mas como disse antes, não estou acostumada a conhecer uma garota tão diferente em um romance de adolescentes. Elas sempre se transformam em algum momento). Além disso, Eleanor tem um passado e uma vida familiar super conflitante, o que achei super bacana de ser inserido na história. Enquanto isso Park é mestiço, o que não me atrai nem um pouco (desculpem mas é verdade, não curto mestiços) com uma família totalmente tradicional e “feliz” – e tais características me aproximaram mais dos personagens.

“Queria que todas aquelas palavras fossem a última coisa que ouviria na vida. Queria adormecer com “eu quero você” nos ouvidos.”

Rainbow Rowell (nossa escritora com síndromes de adolescência) nos apresenta uma história confortante e ao mesmo tempo memorável sobre o primeiro amor e todo o desencadeamento dele. De forma simples e ao mesmo tempo carregada de metáforas e comparações, a autora não se limita a apresentar o ponto de vista de um personagem, mas de ambos. Os capítulos são intercalados entre Eleanor e Park – narrados em terceira pessoa – e com base sólida nos acontecimentos. Ou seja, Rainbow está presente em todos os momentos da história, apresentando até os pensamentos dos nossos personagens.
Acredito que a narrativa em terceira pessoa tenha mudado minha opinião sobre o livro. Ao invés de ser mais um romance entre adolescentes tolos, a construção da narrativa e o conjunto de metáforas ajudaram a tornar o livro em uma espécie de diário adolescente narrado sob o ponto de vista de um quase-adulto. Espero que vocês tenham entendido….

Mas não posso mentir: em alguns momentos me senti um pouco longe da história, pensando em outras coisas e outros assuntos que não tinham relações alguma. Talvez por estar cansada, não sei, (essa foi uma experiência pessoal, só minha okay? Não quero dizer que vocês também vão se sentir longe durante algum momento do livro) e me pergunto se deveria lê-lo em outro momento (talvez devesse lê-lo quando estivesse em um humor mais “romântico” ou super afim de relembrar minha adolescência). Porque, no final de tudo, foi isso que o livro me proporcionou: ótimas lembranças sobre a primeira paixão; as promessas (falsas) que nos fazem ficar acordados esperando aquela ligação até tarde do dia; o primeiro encontro oficial; a primeira briga (tola); a primeira vez que te chamam de “namorada” e as consequências de um (pré) relacionamento.

Gostei muito da trama envolvendo a identidade de Eleanor, especialmente. Por Eleanor ser diferente, já dá para esperarmos um pouco sobre bullying (malditas vacas nas aulas de ginástica), sobre relacionamentos familiares e o dedão dos pais se metendo onde não deve! Resumindo, o livro é muito bom e se encaixa muito bem para o perfil (público-alvo) de adolescentes e jovens-adultos! Recomendo!

Agora quero ler a opinião de vocês, que provavelmente são fãs incríveis de Eleanor & Park! Compartilhem aqui sobre suas impressões, o que gostaram e/ou o que não gostaram no livro! Adorarei encontrar opiniões tanto diferentes quanto semelhantes às minhas!
Um beijo di moça!

Rainbow Rowell

Rainbow Rowell escreve sobre adolescentes (Eleanor & Park e Fangirl), e às vezes sobre adultos (Attachments e Landline). Mas ela sempre escreve sobre pessoas que falam MUITO! E pessoas que sentem que estão fazendo tudo errado na vida. E pessoas que se apaixonam. Quando não está escrevendo, Rainbow lê quadrinhos, planeja viagens para a Disney e discute sobre coisas que não são muito importantes. Ela vive em Nebraska com seu marido e dois filhos.


Site da autora | Site da Novo Século
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Quote da Semana (Eleanor & Park)

26 . maio . 2014

O frio resolveu aparecer no finalzinho de sexta-feira e começamos a semana tirando casacos e roupas mais pesadas do guarda-roupa, ê que beleza!
Ótima desculpa para ir às compras em pleno domingo à noite, também!.

“A gente acha que abraçar uma pessoa com força vai trazê-la mais para perto. Pensamos que, se a abraçarmos com muita força, vamos senti-la, incorporada em nós, quando estivermos longe.”

– Eleanor & Park (Rainbow Rowell)

Ótima semana para vocês! *-*
Beijos di moça!

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Lançamentos Literários (Maio)

22 . maio . 2014

(Acho que agora, sim, eu cheguei à tempo!)
O post de hoje é mais uma vitrine apresentando os lançamentos literários do mês de Maio! Uhrul, as apostas das Editoras foram incríveis e, pelo o que percebi, só teremos mais lançamentos promissores daqui para frente!
Então, preparem suas wishlists porque tem muita coisa boa no mercado literário!

Apenas editoras parceiras. Veja aqui as editoras parceiras do Di Moça.

Grupo Editorial Record


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Galera Record


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Intrínseca


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LeYa


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Rocco


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Arqueiro


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Companhia das Letras


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Novo Conceito


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Quantos livros vocês adicionaram na listinha de “eu quero”?? Acrescentei vários e, pelo visto, a tendência é só aumentar!! Muitos lançamentos incríveis estão por vir!
Aguardem!
Beijos di moça!

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Os melhores cortes (curtos) de cabelo!

20 . maio . 2014

No finalzinho de 2013, quase chegando 2014, resolvi cortar meu cabelinho bem curtinho. Eu precisava de uma simbologia bem forte que representasse minhas mudanças de atitudes e pensamentos. Nada melhor que um corte radical que esteja sempre te alertando das suas decisões ao se olhar no espelho, ao lavar os cabelos ou até mesmo na hora de “ajeitá-los” com as mãos.
Achei que seria uma catástrofe, já que na minha adolescência eu fiz essa experiência e fiquei simplesmente ridícula. Sério, eu parecia um gurizinho de 15 anos sendo que eu já tinha quase 17 e era menininha. Desde então tinha abolido o corte curto (Joãozinho) na minha vida mas, ao decidir que era importante ter uma simbologia bem representativa na minha vida, decidi cortar os cabelos! *-*

Por incrível que pareça eu amei meu corte (curtinho) de cabelo! A Fatinha cuida dos cortes do meu cabelo desde não-lembro-mais. Claro que confiei nela para fazer essa mudança radical e, como sempre, ela arrebentou!
Não vou mentir para vocês que cabelo curto é a melhor coisa do mundo, porque estaria mentindo feio (oléo de peroba na minha cara, por favor!). Dependendo da textura, do volume e da quantidade de fios de cabelos, o corte Joãozinho pode dar muito trabalho sim. Tem muitas vantagens, mas as desvantagens também aparecem!

Okay, desde então tenho pesquisado novos cortes curtinhos de cabelo para mudar o visual de vez em quando e é genial encontrar vários modelos de cortes curtos! Eu achava que sempre ia ficar com a mesma cara independente de como eu cortasse o cabelo mas me enganei! Já me inspirei em diversos cortes e a Fatinha também usou suas técnicas e criatividade para adaptar o corte ao meu rosto gorduchinho!

Melhores cortes (curtos) de cabelo

Eu não me lembrava desta atriz desde que vi as propagandas e o trailer do filme A Culpa é Das Estrelas!
Tem resenha do livro aqui no blog, corre pra ver!
Shailene Woodley usou esse cortinho especial para gravar o filme e eu amei! Se você quiser vê-la com o cabelo mais comprido, é só assistir ao filme Divergente (resenha do livro aqui) e/ou procurar suas imagens no Google! A diferença é espantosa e, com certeza, prefiro a Shaileninha de cabelos curtos!

Minha inspiração de corte do mês!

Alguém aí assiste The Following? Depois de Friends, esse é meu seriado favorito! Estou acompanhando a segunda temporada e está simplesmente incrível! Valorie Cury chegou surpreendendo com esse corte e essa cor maravilhosa na segunda temporada! Se eu tivesse condições (financeiras, beibe) para fazer isso com meus cabelos, com certeza faria! Mas… não tenho! A franja mais comprida na frente e a parte de trás bem curtinha ficou um charme! Super aprovado!

Atualmente a cantora da banda gospel Jesus Culture, Kim Walker-Smith está com os cabelos compridos mas quando assisti o show da banda (Your Love Never Fails) pela primeira vez, ai que lindo-de-morrer: ela tinha os cabelos bem curtinhos e algumas partes rosa! Confesso que, às vezes, só assistia o show para admirar os cabelos dela! Foi difícil encontrar imagens do corte bem curtinho mas se você quiser olhar de pertinho, pode assistir os shows no Youtube!

Jennifer Lawrence foi a atriz-revelação em 2013 e ainda nos surpreende com o seu talento natural! Me surpreendeu mais ainda quando apareceu com esse cabelo divo, super curtinho, no tapete vermelho! Já usei o corte dela como modelo mas tivemos que fazer algumas modificações por conta do formato do meu rosto! Será que dá trabalho manter as pontas desfiadas à mostra? LoL.

Minha musa inspiradora musical, P!nk (Alecia Moore) me conquistou desde o primeiro CD que acompanhei (Mizundastood) e desde então é uma influência na minha vida (adoro seu estilo, sua performance e jeito natural de lidar com as pessoas). Ela sempre teve os cabelos bem curtos (creio que apenas uma vez apareceu com aplique) e todos eles de um jeito que me conquistou (só que eu não tinha coragem de pensar em cortar parecido). Quando ela apareceu no projeto The Truth About Love com os cantos raspados e os cabelos “lá-para-cimão”, me apaixonei!! Eu ainda penso em fazer algo parecido, será que ficaria estranho? Por enquanto evito qualquer radicalidade por conta do trabalho, caso contrário, passaria a tesoura! *-*.

Um dos desenhos “fora-da-minha-época” que conquistou minha coleção de filmes/desenhos! Se você ainda não assistiu Megamente, está perdendo um dos vilões mais engraçados que existe! Além disso, é impossível não se apaixonar pela trilha sonora, que vai de AC/DC, Guns N’ Roses, Ozzy Osbourne até Elvis Presley!
Quando assisti (novamente) o desenho, reparei no corte de cabelo da personagem Roxanne (interpretada pela atriz Tina Fey) e, ai meu Deus, queria tanto que meu cabelo fosse arrumadinho na vida real! Enfim, sei que é viagem total achar o cabelo de uma personagem animada um dos melhores cortes, mas essa sou eu! *-*

Quem se surpreendeu com o corte da Anne Hathaway no filme “Os Miseráveis”? Gente, que agonia ver aquele cablo lindo-e-maravilhoso sendo raspado (acabei de recordar da nova “Laços de Família”)? Achei muito curto, raspado daquele jeito, mas depois foi crescendo e obtendo um corte muito lindo! Anne é muito linda com qualquer comprimento de cabelo, não é mesmo? *-*
Também já me inspirei no corte dela ao cortar o meu pela primeira vez!

E esse cabelo divo da Victoria Beckham? Eu sempre admirei os cortes de cabelo que ela mantinha, principalmente os curtos! Ela fica muito chique, parece que tem mais presença e o loiro caiu super bem (esse bronzeado é natural? o.O). Estou naquela fase de admirar franjas mais compridas e a parte de trás bem curtinho, sabem?

Por último mas não menos importante, Natalie Portman arrasando na aposta de cabelos hiper curtos! Ela tem um rosto tão delicado que esse corte ficou simplesmente um charme! Acho que vale a pena arriscar depois de ter feito o seu primeiro corte mais curtinho.

E vocês, gostam de cabelos curtinhos ou preferem mais compridos? Compartilhem conosco sua opinião e, se tiver fotos de cabelo curtinho, mande o link para eu conferir! Estou super na vibe de cabelos curtos!
Beijos di moça!

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